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O mundo precisa de mais bicicletas

Baixa biodiversidade pode diminui...

Consumo de água cresce mais ráp...

 
19
mai

Leonardo Boff e a ecologia filosófica

Publicado em Sustentabilidade. 19 de maio de 2011 - 07:10 - por Planeta Água

A Terra como uma mãe. Assim é que o teólogo Leonardo Boff prefere caracterizar o lugar onde vivemos. Durante a palestra que ministrou em Joinville/SC, ele apresentou a “ecologia filosófica” da qual é adepto. Com questionamentos e provocações sobre o tema, Boff mostrou que o ser humano tem, cada vez mais, esquecido que é parte desse planeta e tratado a natureza sem pensar nas consequências.

Segundo o teólogo, tem surgido uma teoria preocupante entre as pessoas. Trata-se daqueles que acreditam que os recursos são finitos e, “como o mundo irá mesmo acabar um dia”, preferem gastar tudo à vontade, em vez de preservar para que as coisas durem por muito mais tempo.

“Uma ideia errônea é entender a Terra como um objeto sem inteligência, como se fosse um baú de onde podemos tirar todas as coisas. O ser humano pensa que está fora ou em cima da Terra, mas ele faz parte dela”, diz Boff.

Ele ainda explica que não se deve viver da degradação da natureza, mas sempre pensar em uma forma de viver e produzir em harmonia com ela. Para Boff, o importante é “primeiro mudar nossa consciência, depois transformá-la em prática”.

Isso mostra como a preservação e o cuidado começam com uma mudança de hábitos, com novos valores aderidos. Depois, as práticas se levam para os bairros, empresas, escolas, enfim… O importante é começar a fazer a diferença!

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19
abr

Campo Grande: primeira cidade a calcular a pegada ecológica no Brasil

Publicado em Água. 19 de abril de 2011 - 07:22 - por Planeta Água

Já falamos sobre a pegada ecológica individual aqui no Planeta Água, e agora, no Brasil, o conceito está começando a ser aplicado nas cidades, também. É o caso de Campo Grande/MS, que foi a primeira no país a fazer o cálculo. E o resultado foi uma pegada de 3,14 hectares por pessoa, segundo a WWF-Brasil, em parceria com a prefeitura da capital, a Global Footprint Network (GFN), a empresa social Ecossistemas e a Universidade Privada Anhanguera.

De acordo com a WWF-Brasil, a pegada ecológica “corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para sustentar determinado estilo de vida”. Isso quer dizer que se todas as pessoas no mundo tivessem os mesmos hábitos dos moradores de Campo Grande, seriam necessários quase dois planetas para suprir todo o consumo. Esse valor é 8% maior do que a média nacional, que é de 2,9 hectares globais por pessoa, e 14% maior que a mundial, de 2,7.

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14
mai

Escassez da água: até que ponto seremos pacíficos?

Publicado em Visão Sustentável, Água. 14 de maio de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

Muito se fala sobre as guerras e conflitos que podem surgir com a escassez da água. O próprio secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, apontou em um boletim o risco de se “transformar competições pacíficas em violência” com a falta de água, e a partir de milhares de afirmações e estudos nasceu a noção popular da ‘Guerra pela Água’. Porém, de acordo com um estudo publicado pela Revista Nature e outro realizado pelo Instituto Internacional de Estocolmo sobre Água (IIEA), países não fazem guerras para disputar a água e sim resolvem suas limitações por meio de negócios e acordos internacionais. Olhando através da história existem muitos exemplos que ilustram isto. Durante o século XX, por exemplo, 300 acordos internacionais foram assinados para garantir uma gestão transfronteiriça de recursos hídricos e apenas sete pequenos incidentes entre países foram contabilizados no período como resultados diretos da escassez de água.

Wendy Barnaby, da Associação Britânica de Ciência conta na revista Nature que ao tentar escrever um livro sobre as “guerras pela água” suas expectativas foram totalmente frustradas. O cientista ainda lembra que entre 1948 a 1999 de um total de 1.831 questões sobre bacias internacionais, 68% tiveram como resultado acordos pacíficos e apenas 28% causaram conflitos diplomáticos e os outros 5% tiveram resultados neutros. Barnaby diz que por mais que o gerenciamento da água tenha que se adaptar às mudanças climáticas, ainda irão persistir os acordos internacionais e o desenvolvimento econômico que facilitarão os problemas de escassez.

A pergunta que fica é até quando estaremos dispostos a fazer acordos pacíficos? E quem tem menos possibilidade de negociar? Deixe a sua opinião.

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12
mai

A cobrança de água no Brasil

Publicado em Consumo, Visão Sustentável, Água. 12 de maio de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

Atualmente no Brasil, ao pagarmos a conta de água que recebemos em nossas casas, estamos pagando pelos serviços de tratamento. A cada dia que passa, porém, a tendência é que a pressão para que a água se torne um bem econômico é maior e já se fala até na adoção de uma política onde esse recurso passará a ser cobrado com o objetivo de promover o consumo consciente.

Se continuarmos desperdiçando esse bem, que hoje em dia é de todos, da maneira que estamos fazendo e não passarmos a usá-lo de maneira adequada, poderemos em breve passar a pagar caro por ele.


Água é direito e não mercadoria. Não desperdice!

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05
mai

A água irá acabar?

Publicado em Consumo, Visão Sustentável, Água. 05 de maio de 2010 - 17:11 - por Rafaela Mussi

Diferente do que é falado por aí a água não irá acabar. O seu ciclo é um processo constante e o volume de água bruta no planeta é praticamente estável. Entretanto, isso não significa que podemos utilizá-la sem nenhuma restrição, pois a sua disponibilidade não está apenas relacionada ao volume de água que temos, mas principalmente à sua qualidade. Ou seja, devemos economizar não porque o recurso em si irá acabar e sim porque a água potável está ficando cada vez mais escassa. De nada adianta termos um rio de grande volume que tenha suas águas poluídas e impróprias para consumo.

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