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11
mai

Quase 90% dos jovens chineses entre 18-25 anos querem que as empresas diminuam suas emissões de carbono

Publicado em Atualidades. 11 de maio de 2012 - 07:15 - por Rafaela Mussi

by Docol

O site Green Biz acabou de revelar uma pesquisa muito interessante feita pela Carbon Trust, que mostra o comprometimento dos jovens com empresas que reduzem as suas emissões de CO2.

É comum que as empresas acelerem suas estratégias de produção e o aumento de suas emissões, para adentrar nas economias emergentes. Porém, o estudo mostra que apostar em uma estratégia sustentável, pode ser a chave de tudo.

A Carbon Trust entrevistou jovens de 18-25 anos de idade de todo o planeta, sobre o assunto, e o resultado está logo abaixo:

A China, África do Sul e o Brasil, foram os países que demonstraram a maior porcentagem de consumidores preocupados com as emissões de carbono e as mudanças climáticas.

88% dos entrevistados na China afirmaram querer que as empresas reduzam as emissões de carbono, sendo que 83% disseram que seriam mais fiéis as companhias que realmente o fizessem.

Já na África do Sul e no Brasil, as porcentagens de consumidores que querem ver as empresas reduzindo suas pegadas de CO2 são respectivamente 86% e 84%.

Nos EUA e no Reino Unido apenas dois terços dos entrevistados afirmaram se importar com a questão, com apenas 55-57% dizendo que seriam mais leais às empresas que o diminuíssem suas emissões.

A questão que fica é no caso dos EUA e do Reino Unido, quem é a carroça e quem é o cavalo? Será que os entrevistados nestes lugares expressam menor desejo de cortes de carbono porque o governo não parece tão preocupado quanto em outros lugares, ou é o governo que não toma alguma ação porque não há apoio suficiente do público?

Ou será que nós da China, África do Sul e do Brasil demonstramos mais interesse porque já estamos vivenciando mais os efeitos da mudança climática?

Qual é a sua opinião?

 

 

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30
abr

Lâmpada de Micro-Alga absorve até 200 vezes mais CO2 que uma árvore

Publicado em Água. 30 de abril de 2012 - 07:23 - por Rafaela Mussi

by Docol

O bioquímico francês Pierre Calleja foi o inventor dessa impressionante lâmpada de rua, alimentada por algas que ao mesmo tempo que ilumina, absorve o CO2 do ar.

Outras lâmpadas que funcionam a base de algas já haviam sido lançadas anteriormente, a diferença dessa está na quantidade de CO2 que é absorvida que corresponde a 1 tonelada por ano. Isto é equivalente ao que uma árvore absorve em média durante toda a sua vida.

A primeira das lâmpadas foi instalada em um estacionamento na França neste ano. O sonho de Pierre é que seu projeto seja utilizado não só em áreas públicas, mas também em casas.

Esta é uma ideia com certeza incrível, que além de diminuir o consumo de energia, também ajuda na iluminação, na limpeza da poluição do ar nas áreas urbanas e também no combate as mudanças climáticas.

A única parte que não podemos esquecer é que a redução de emissões de qualquer forma continua sendo muito importante.

Qual é a sua opinião? Você teria uma lâmpada dessas em sua casa?

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11
abr

Mundo está caminhando para 85% de dependência de combustíveis fósseis em 2050

Publicado em Consumo. 11 de abril de 2012 - 07:00 - por Rafaela Mussi

by Docol

Nós estamos fazendo tão pouco pela mudança da matriz energética de nosso planeta, que em breve, se nada for feito a respeito,  o mundo irá utilizar combustíveis fósseis em 85% de sua demanda de energia. Essa é a conclusão de um relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a pior parte dessa notícia é que se isso realmente acontecer as nossas emissões de gases causadores do efeito estufa irão aumentar em 50%.

De acordo com reportagem publicada no jornal New York Times, a economia global em 2050 será quatro vezes maior do que a atual e a demanda energética do planeta irá aumentar em torno de 80%.

A previsão do estudo é que não ocorram muitas mudanças na matriz energética global. Espera-se que os combustíveis fósseis, como carvão, petróleo e gás, representem até lá 85% por cento das fontes energéticas do mundo. Enquanto as fontes de energia renovável, como os biocombustíveis, ocuparão 10% da matriz energética. O restante será representado pela energia nuclear.

Devido a dependência dos combustíveis fósseis, as emissões de dióxido de carbono provenientes da produção e uso de energia deverá crescer em 70%.  O que de acordo com a OCDE, pode provocar um aumento de 3 a 6 graus Celsius da temperatura média global até 2100, excedendo o limite de 2 graus estabelecido por instituições internacionais.

A relação 85/15 é literalmente o oposto do que deveríamos estar fazendo, se não quisermos viver em um mundo caótico assolado por condições extremas do clima.

Estamos em uma trajetória que mostra um aumento explosivo  no consumo de energia nas últimas seis décadas, e mudar isso, sem dúvida, continua a ser um dos projetos mais difíceis deste século.

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31
mar

Hora do Planeta 2012: Apague a luz!

Publicado em Sustentabilidade. 31 de março de 2012 - 09:15 - por Rafaela Mussi

by Docol

Hoje acontece a Hora do Planeta, iniciativa da WWF que promove a conscientização da preservação do meio ambiente e combate ao aquecimento global. Começou em Sydney em 2007 e em 2009 se espalhou por todo o mundo, tornando-se um evento grande em muitos lugares, desde então vem crescendo a cada ano que passa.

O evento em 2011, segundo os organizadores, teve adesão de um bilhão de pessoas no mundo todo. Este ano, espera-se um número de  participantes ainda maior.

Durante um período de uma hora, todos os habitantes do mundo, empresas, instituições públicas, etc. são convidados a apagar as luzes para simbolizar o ato.

Na edição de 2012, a Hora do Planeta acontecerá entre as 20h30 e 21h30 de hoje – 31 de março – em todos os países do mundo.

Para participar basta apagar as luzes!

E aí, você vai apagá-las?

 

Mais informações estão disponíveis no site da iniciativa.

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13
mar

Nova tecnologia de sensores infravermelhos mede emissão de CO2 com precisão

Publicado em Atualidades. 13 de março de 2012 - 07:18 - por Rafaela Mussi

by Docol

As emissões de carbono são muito difíceis de se medir, especialmente quando em grande escala. Desta forma, quando são apresentados valores para a quantidade de CO2 que uma determinada cidade, país, ou evento emite na atmosfera, são grandes as chances de que eles vieram de um cálculo de estimativa e não de uma medição real. Mas, uma nova tecnologia está disponibilizando números concretos a partir de medições realizadas por sensores infravermelhos que operam em um veículo em movimento.

Da mesma maneira que o Google fez quando realizou o Street View, a empresa Picarro passa por toda a cidade com um equipamento especial na traseira de um caminhão.

Moléculas em fase gasosa, como o CO2, têm comprimentos de onda que podem ser detectados com precisão e em tempo real para a produção de mapas tridimensionais de emissões de carbono.

Exemplo de imagem criada pelo projeto

Para implementar a tecnologia, a Picarro lançou o “Projeto Cidade Carbono” na reunião do Fórum Mundial Econômico na Suíça no final de janeiro.

O próximo passo é levar o projeto para mais cidades e eventos, permitindo que cientistas e municípios tenham dados concretos sobre os níveis de CO2.

O video abaixo mostra o CEO Michael Woelk explicando o projeto (em inglês) :

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