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15
mar

Nápoles, a cidade mais suja do mundo

Publicado em Água. 15 de março de 2012 - 07:43 - por Rafaela Mussi

by Docol

Vimos recentemente aqui no Planeta Água a cidade de Boras, na Suécia, campeã da limpeza urbana que aproveita 99% de seus resíduos, mas uma realidade totalmente diferente pode ser vista ainda dentro do mesmo continente, na Itália. A cidade de Nápoles foi eleita a uma das mais sujas do mundo.

Burocracias, disputas políticas, a crise econômica e a máfia são algum dos fatores responsáveis pelas 2000 toneladas de lixo que abarrotam as calçadas da cidade, provocando mau cheiro, por toda a parte, inclusive ao lado de muitos monumentos importantes.

Fonte: Reuters

A população se revolta com o lixo abandonado nas ruas e tenta chamar atenção para o problema colocando fogo durante a noite.   O problema é tão grande que até o exército já foi acionado para limpar as ruas, mas em pouco tempo, com a ausência de um gerenciamento,  as ruas são novamente tomadas pelo lixo.

Os lixões locais já estão todos  lotados, e não podem  mais receber resíduos por falta de espaço e a construção de novos está fora de cogitação pois a cidade teme se tornar alvo do lixo de todo o país.

A União européia já ameaçou punir a cidade e o atual prefeito já anunciou um plano muito ambicioso para limpar as suas calçadas, que até agora não funcionou devido aos problemas econômicos do país.

E aí, qual é a sua sugestão para a cidade?

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17
fev

Dispositivo filtra o lixo dos bueiros e previne enchentes

Publicado em Água. 17 de fevereiro de 2012 - 07:21 - por Rafaela Mussi

by Docol

Uma nova tecnologia promete por fim, ou pelo menos reduzir boa parte das enchentes provocadas pela poluição urbana além de também prevenir parte do lixo jogado nas ruas de chegar aos rios. Desenvolvido por uma empresa brasileira, o Ecco Filtro acompanhado do Ecco gestor são respectivamente uma cesta que filtra e armazena todos os resíduos que chegam aos bueiros e um software que para o gerenciamento da limpeza dos mesmos em tempo real.

O acúmulo de resíduos em bueiros somado as chuvas tem causado muitos problemas para cidades como São Paulo, por exemplo, provocando enchentes e outros problemas. Desta forma tecnologias que reduzam este tipo de estão sendo muito procuradas.

Este sistema já foi testado em algumas cidades e segundo o diretor da empresa, ele é capaz de reduzir 35 minutos do tempo de limpeza dos bueiros. Gasta-se normalmente cerca de 40 minutos, mas com o filtro e o software instalados este tempo passa para 5 minutos. A parte legal é que qualquer um pode acompanhar a limpeza dos bueiros, basta digitar o CEP para ver se os bueiros da sua rua estão limpos ou não.

Para programar as limpezas o software se baseia em alguns parâmetros como o tráfego de pessoas na área, por exemplo, se este for muito intenso a limpeza tem que ser feita com mais frequência.

A empresa já está desenvolvendo também um dispositivo que avisa quando o bueiro atingir 80% de sua capacidade.

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20
jan

A cidade mais limpa do mundo

Publicado em Reciclagem. 20 de janeiro de 2012 - 09:00 - por Rafaela Mussi

by Docol

105.000 habitantes, 1.500 indústrias e 0 gramas de lixo são números que correspondem à realidade da cidade de Boras na Suécia. O município reaproveita 99% de todos os seus resíduos, que são destinados de três diferentes formas: 42% são encaminhados à incineração e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados e transformados em biocombustível e 27% restantes são reciclados. O restante, que corresponde a menos de 1% é enterrado, devido ao alto custo dos aterros.

Os ganhos são tão grandes que a cidade já começou a importar lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa.

Outra parte interessante é o envolvimento exemplar da população. A reciclagem, por exemplo, é inteiramente feita pelos habitantes da cidade. São eles que separam os materiais e os levam até os pontos de coleta. #exemplo


Cidade de Boras - Fonte: http://www.boras.se/

Os resíduos orgânicos são armazenados pela população em sacos pretos e o restante em sacos brancos e ambos são coletados por caminhões e respectivamente encaminhados a usina de biogás e incineradores.

A universidade local que iniciou o projeto presta assessoria para todo o mundo sobre reaproveitamento de lixo, e o próximo investimento que eles pretendem fazer depois do lixo zero é na eliminação total de combustíveis fósseis.

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11
nov

Paris institui nova multa para poluição urbana

Publicado em Sustentabilidade. 11 de novembro de 2011 - 07:40 - por Rafaela Mussi

by Docol

Paris é mundialmente conhecida como uma das capitais mais bonitas do mundo e, pelo jeito, ela está querendo reforçar a sua reputação. A cidade acaba de lançar uma nova campanha, que consiste em multas de 35€ (R$ 87,50) aplicadas a todos que poluírem as ruas, seja jogando lixo, deixando os “resíduos” de seu cachorro ou, até mesmo, para aqueles que fizerem xixi em lugares públicos.

Essa campanha, na verdade, não é apenas sobre limpeza pública. Ela faz parte de um conjunto de ações que a cidade está fazendo para se tornar mais sustentável. A intenção é deixar os espaços públicos agradáveis às pessoas, já que Paris também está tentando diminuir o uso de carros. Se tiver cocô de cachorro por todos os lados, isso não vai funcionar, afinal, ninguém quer conviver em um lugar sujo.

De acordo com o site da cidade, “em Paris, os espaços públicos estão se tornando cada vez mais um lugar para se viver: você come neles, bebe neles, fuma neles, se desloca por meio deles e – cada vez utilizando menos o seu carro – você vai até eles”.

R$ 87 pode não ser uma gigante quantia de dinheiro, mas também não é nada para ser desperdiçado. Eu, particularmente, concordo que para o meio urbano ser um lugar saudável, onde as pessoas gostem de circular, ele deve ser limpo, por isso, deixo aqui meus parabéns para a cidade de Paris e sua nova campanha.

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06
out

Problema do lixo começa a afetar até o Oceano Ártico

Publicado em Água. 06 de outubro de 2011 - 07:48 - por Docol2

by Docol

A história já está até batida: uma pessoa despreocupada acabou de beber água e simplesmente joga a garrafa na praia. Essa garrafa vai parar no mar e acaba se transformando em pequenos pedaços, até que venha um peixe achando que encontrou algum alimento, come esses pedacinhos e acaba morrendo ou, no mínimo, tendo o organismo alterado.

Essa sujeira parece ser a realidade de mares que recebem milhares de turistas na época de verão, mas a situação está piorando, porque até os lugares mais inabitados estão sendo invadidos pelo lixo.

Essa foi a conclusão da oceanógrafa inglesa Clare Miller, que descobriu pequenos pedaços de plástico e nylon num local a menos de 1.300 km do Polo Norte, o mar de Barents, um dos mais distantes da civilização.

Mas como isso foi parar num lugar onde não vive nenhum ser humano? Miller diz que ele é “importado”, ou seja, veio carregado por correntes marinhas, como a do Golfo, que sai do Atlântico tropical e banha a Europa.

Mesmo que seja pouco o lixo encontrado lá no Ártico, a situação já preocupa. Só para os animais marinhos, esse já é um grande problema. Sabemos que o plástico pode engasgá-los, mas até aqueles pedacinhos difíceis de serem vistos a olho nu são prejudiciais. Eles têm um papel semelhante ao dos hormônios sexuais e, por isso, podem atrapalhar a reprodução dos bichos.

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