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O mundo precisa de mais bicicletas

Baixa biodiversidade pode diminui...

Consumo de água cresce mais ráp...

 
02
dez

Mais rinocerontes mortos em 10 meses de 2011 do que em qualquer ano anterior

Publicado em Atualidades. 02 de dezembro de 2011 - 07:55 - por Rafaela Mussi

O ano de 2011 definitivamente não está sendo bom para os rinocerontes. Em outubro, o rinoceronte de Java foi oficialmente declarado como extinto no Vietnã e agora, novos dados publicados na África do Sul mostram que esse será o pior ano registrado de caça ilegal aos animais.

Apenas nos 10 primeiros meses deste ano, 341 animais foram perdidos para a caça ilegal, e esse número já se mostra maior do que os 333 rinocerontes que foram caçados durante todo o ano de 2010.

A caça ilegal está aumentando devido a grande busca pelo chifre do animal em mercados medicinais no leste e sudeste asiático. O Vietnã em particular, se tornou o seu principal consumidor.

Com o aumento das estatísticas, a caça ilegal se tornou foco das autoridades da África do Sul (que tem a maior população de rinocerontes do mundo) e muitos já foram presos. Mas, os policiais estão competindo com forças armadas suspeitas de pertencerem a sindicatos de crime organizado do sudeste asiático.

De acordo com a WWF (World Wildlife Fund), os rinocerontes tem sido uma parte integral do mundo natural por milhões de anos e a humanidade está causando um declínio significativo em apenas poucas décadas.

Embora seja esperado que os esforços da África do Sul diminuam com a caça ilegal no país, teme-se que os caçadores migrem para países próximos que não tem recursos para defender os animais.

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01
dez

Poluição atmosférica com nitrogênio está fertilizando florestas tropicais

Publicado em Atualidades. 01 de dezembro de 2011 - 07:48 - por Rafaela Mussi

O nitrogênio não é um elemento raro em nosso planeta. A maior parte de nossa atmosfera, a qual você encontra-se respirando nesse exato instante é composta por esse gás. A maioria dele é inerte e não “bio-disponível” para o consumo de organismos vivos como plantas e árvores e é por isso que os nutrientes nitrogenados são muitas vezes os fatores que controlam a taxa de crescimento em muitos ecossistemas. O que acontece então, quando os humanos injetam mais nitrogênio no meio ambiente por meio da poluição atmosférica? Cientistas do Smithsonian Tropical Research Institute estão investigando o assunto enquanto estudam florestas tropicais na Thailandia e no Panamá.

“Nós comparamos o nitrogênio em folhas de espécimes coletadas em 1968 com o nitrogênio de amostras de folhas novas coletadas em 2007. A concentração e a proporção dos isótopos de nitrogênio nas folhas aumentaram nos últimos 40 anos, da mesma maneira que aconteceu em outro experimento onde nós aplicamos fertilizantes no solo da floresta” disse S. Joseph Wright, cientista do instituto que está promovendo a pesquisa. Os anéis das árvores também foram analisados, para que se pudesse calcular a data dos níveis de nitrogênio.

As implicações são muito mais complexas do que “mais nitrogênio = crescimento mais rápido”. De acordo com os cientistas não há nenhuma evidência de que as árvores estão crescendo mais rapidamente no Panamá, apesar do aumento a longo prazo da deposição de nitrogênio e de dióxido de carbono atmosférico. A proporção entre diferentes espécies também pode ser afetada quando a vantagem competitiva entre elas, que antes eram melhores fixadoras de nitrogênio, acaba.

Estamos há muitas pesquisas de um resultado claro sobre quais são todos os efeitos da fertilização por nitrogênio, e também qual será a reação das árvores em diferentes latitudes, mas essa já indica que as emissões de gases podem afetar muito mais do que pensamos.

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30
nov

Bike sharing chega também à Índia

Publicado em Sustentabilidade. 30 de novembro de 2011 - 07:15 - por Rafaela Mussi

Raj Janagam estava cada vez mais frustrado com a falta de meios de transportes públicos na Índia para distâncias curtas. 10 milhões de pessoas em Mumbai utilizam trens e ônibus públicos em percursos longos, mas para Janagam não havia uma forma prática de ir da estação de trem até a sua faculdade, por exemplo. E foi assim que surgiu a ideia de um programa de bike sharing.

Depois de um ano e meio de pesquisa junto a alguns amigos, o programa Cycle Chalao finalmente foi lançado em Mumbai em 2010. Depois disso, Pune, a capital indiana da “bicicleta” se interessou em lançar o seu próprio programa.

O plano inicial era de cobrar os usuários algo entre U$ 3 e U$ 4 por mês, mas o governo passou a financiar o projeto e os planos são de cobrar o valor de U$ 10 por um período de cinco anos, permitindo que as pessoas com rendas mais baixas também possam usufruir do programa.


Fonte: Cycle Chalao

A maior diferença entre o Cycle Chalao e os programas de bike sharing ao redor do mundo será a forma de como funcionam as “estações” de bicicletas. No programa indiano haverá atendentes em cada um dos estandes que serão responsáveis pela segurança e manutenção das bicicletas.

O projeto de Janagam não termina por aí. O cidadão já está conversando com o ministro do Desenvolvimento Urbano, que se diz interessado em instituir uma política de nível nacional que incentive o transporte por meio de bicicletas. De acordo com Janagam, o ministro tem a meta de instituir o programa em dez cidades nos próximos cinco anos.

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29
nov

#florestafazadiferença, Participe!

Publicado em Atualidades. 29 de novembro de 2011 - 07:00 - por Rafaela Mussi

Muito se ouve falar sobre os trâmites do novo Código Florestal (tema que já foi abordado aqui no blog previamente), mas as discussões e posições contrárias geram tanta confusão que acabam levando à desinformação de muitos.

Para esclarecer a situação e proteger as nossas florestas, 152 organizações (entre elas ONGs, associações, sindicatos, institutos, etc.) de todo o Brasil, unidas pela posição contrária ao PLC 30/2011, aprovado pela câmara dos deputados, decidiram se unir e formar o Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.

O PLC, se aprovado da forma como está, trará grande retrocesso à legislação ambiental brasileira, pois diminui a proteção às florestas, enfraquece o combate ao desmatamento, descaracteriza a função socioambiental da propriedade e incentiva a cultura da impunidade, anistiando multas e crimes ambientais.

A ideia é mobilizar o maior número possível de brasileiros que também discordam das mudanças do código e sensibilizar os seus senadores para aprovar uma lei que garanta a conservação e uso sustentável das florestas de todo o Brasil, trate de forma digna os agricultores familiares e populações tradicionais, garanta a recuperação de áreas desmatadas, reconheça aqueles que promovem o uso sustentável e ponha fim no desmatamento ilegal.

Para isso, está rolando uma petição online no site #florestafazadiferença, além de eventos em várias cidades para colher assinaturas em um abaixo-assinado a ser levado para o senado, e um pedido para que a hashtag #florestafazadiferença seja divulgada em todas as mídias sociais.

Personalidades como Gisele Bündchen, Wagner Moura, Alice Braga e Fernando Meirelles também já aderiram à campanha!

O ato em defesa das florestas será hoje, em Brasília!

E você, tá esperando o que? Não deixe de participar!

Engenheira ambiental Rafaela Mussi

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28
nov

Consumo de água cresce mais rápido que a população na Terra

Publicado em Água. 28 de novembro de 2011 - 08:42 - por Docol2

Acabamos de chegar a 7 bilhões de pessoas no mundo, mas, segundo estudos, o uso da água está crescendo ainda mais que o dobro da taxa populacional no último século. E, segundo Kisrty Jerkinson, do Instituto de Recursos Mundiais, há previsão de um aumento de 50% até 2025, contando o consumo desde 2007. Uma grande parcela disso virá de países mais pobres, por causa da migração das pessoas do campo para a cidade.

Hoje onde mais se gasta água é na agricultura, com a irrigação, que usa aproximadamente 70% da água doce. 22% é usada na indústria e 8% é para uso doméstico. Há bastante água no nosso planeta, sim, mas precisamos lembrar que nem toda essa água pode ser consumida – 97,5% da água é salgada e dos 2,5% de água doce, dois terços são congelados.

Apesar de existir a possibilidade de dessalinização, o melhor é garantir a qualidade da água doce natural, e isso só acontece com a preservação. É preciso uma conscientização das indústrias, de fazendeiros, agricultores e, também, de todos os outros cidadãos no dia a dia.


Fonte: Planeta Urgente

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