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meio ambiente Mudanças Climáticas Lixo reutilização Reciclagem poluição Aquecimento Global Economia Sustentabilidade Água
 

O mundo precisa de mais bicicletas

Baixa biodiversidade pode diminui...

Consumo de água cresce mais ráp...

 
09
dez

Carro movido a papel?

Publicado em Reciclagem. 09 de dezembro de 2011 - 07:08 - por Docol2

Todos os dias, em todo o mundo, milhões de jornais impressos são jogados fora. Felizmente, muitas pessoas buscam formas de reaproveitar esse material, entre eles, alguns cientistas dos Estados Unidos, que pretendem transformá-lo em um biocombustível, o butanol, que pode até ser um substituto para a gasolina.

A descoberta aconteceu quando eles encontraram, em fezes de animais, uma cepa bacteriana chamada TU-103, que pode usar a celulose para fazer o biocombustível. Os desenvolvedores dizem que “apenas nos Estados Unidos, pelo menos 323 milhões de toneladas de materiais de celulose, que podem ser usados para produzir butanol, são jogadas fora”.

Além de poder substituir a gasolina, o butanol ainda é melhor que o etanol, porque serve para qualquer carro, sem precisar fazer nenhuma modificação. Também é menos corrosivo e tem mais energia que o etanol, o que pode aumentar a milhagem.

É importante ver como a tecnologia tem buscado usar materiais que seriam esquecidos no lixão, poluindo a natureza, em vez de prejudicar mais ainda o meio ambiente durante as produções.

Fonte: Planeta Urgente

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08
dez

Eco Light, a lâmpada de papel que não tem embalagem

Publicado em Sustentabilidade. 08 de dezembro de 2011 - 07:10 - por Rafaela Mussi

A fim de reduzir a quantidade de resíduos gerados por lâmpadas convencionais e suas embalagens, o designer Tien-Ho Hsu criou uma nova ideia, ainda conceitual, que promete trazer uma solução para esse problema, a Eco light, uma lâmpada de papel.

A lâmpada não passa, na verdade, de um papel coberto por uma emulsão especial que brilha quando ligado à eletricidade. Como mostram as imagens abaixo.


Fonte: Yanko Design


Fonte: Yanko Design


Esse projeto foi vencedor de um prêmio de design internacional em 2011. Eu, particularmente, adoro quando a minimização de embalagens e resíduos é contemplada e acho que esse é um grande pró da lâmpada, pois o produto é praticamente a embalagem.

Embora eu encoraje a ideia por trás do projeto de minimização de resíduos, há alguns pontos que ainda não ficaram bem claros e/ou devem ser trabalhados no conceito. O primeiro deles é se o brilho dessa lâmpada pode mesmo substituir o de uma lâmpada convencional e o segundo, considerando que temos lâmpadas agora que podem durar de 10 a 40 anos, dependendo da duração da lâmpada de papel (que também vai virar um resíduo depois de utilizada) pode ser que essa minimização no fim não compense.

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07
dez

Baixa biodiversidade pode diminuir chances de adaptação às mudanças climáticas

Publicado em Atualidades. 07 de dezembro de 2011 - 07:38 - por Rafaela Mussi

Uma nova pesquisa publicada recentemente explica porque as espécies de ecossistemas com maior biodiversidade têm mais chances de se adaptarem as mudanças climáticas do que aquelas de ambientes com uma diversidade mais baixa. Além disso, o estudo afirma que isso se aplica também a comunidades e até à economia.

A pesquisa do Instituto Nacional de Sínteses Matemáticas e Biológicas dos Estados Unidos mostra que em alguns casos a evolução pode salvar o mutualismo planta-polinizador que, de outra forma, seria extinto como resultado das mudanças climáticas. Mas as chances desse mutualismo sobreviver pode depender da densidade e distribuição de outras espécies na comunidade. Por exemplo, entre muitas circunstâncias a presença de polinizadores alternativos para um determinada planta pode ajudar a proteger tanto a planta quanto os outros polinizadores da extinção.

Por outro lado, se existirem apenas duas espécies interdependentes, como por exemplo,  uma planta que depende de uma única espécie de inseto para polinizá-la, e este depende unicamente dessa  planta para sobreviver. Se as mudanças climáticas causarem impactos em tempos diferentes para cada um deles – como, por exemplo a planta começar a florescer antes da chegada do inseto, ou o inseto começar a migrar antes por causa da mudança de temperatura em algum outro lugar – ambas as espécies podem estar em risco de extinção ou, pelo menos, enfrentar uma adaptação às condições climáticas muito mais árdua.

Como já citado anteriormente, de acordo com Tucker Gilman (autor do estudo), a mesma regra se aplica a comunidades e economias também. Quanto maior a diversidade de negócios, pessoas, pensamentos, formas de expressões, maiores são as chances de possíveis permutações de expressões de conscientização.

Uma cidade ou nação que se devota a poucos tipos de atividades econômicas entra em choque mais facilmente quando a sua fonte de prosperidade é abalada por algum motivo. O mesmo acontece em uma comunidade com uma barreira distinta ao redor dos tipos de pessoas que as habitam, as visões políticas, cosmológicas e éticas. Em nível pessoal, o mesmo acontece com o número de pontos de vistas que você escuta sobre um determinado assunto.

É claro que apenas tendo uma ampla diversidade não é nenhuma garantia de que qualquer espécie irá se adaptar as mudanças climáticas. O que o estudo nos mostra é que quanto mais rotas tivermos ao redor do desastre, mais fácil será de evitá-lo.

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06
dez

Lixo pelo cano!

Publicado em Água. 06 de dezembro de 2011 - 07:30 - por Planeta Água

Ter a preocupação de colocar o lixo pra fora a tempo do caminhão de lixo passar é rotina no Brasil, mas há uma cidade européia que não faz a menor ideia do que é se preocupar com a hora de levar o lixo. A Vila Olímpica de Barcelona, construída para os jogos de 1992, tem um esquema todo especial de “jogar o lixo”. Lá, o lixo vai para baixo do chão a, no mínimo, cinco metros de distância. Como assim?

São latas conectadas a longos encanamentos. Encanamentos que tem a função de levar o lixo para um centro de coleta, geralmente localizado na periferia da cidade. São vários pontos de recolhimento funcionando como lixeiras, alguns de coleta seletiva, de hora em hora eles sugam os sacos acumulados que chegam a percorrer o subsolo em até 70 quilômetros por hora!

O sistema extermina sacos de lixo nas ruas e gastos de verba pública para o transporte dos resíduos, com isso, cerca de 160 caminhões de lixo pararam de circular pelas ruas. Confira abaixo a reportagem publicada na Rede Globo:

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05
dez

E se um vírus letal chegasse ao Brasil, o que aconteceria?

Publicado em Atualidades. 05 de dezembro de 2011 - 07:02 - por Rafaela Mussi

O filme Contágio, que esteve em cartaz nos cinemas de nosso país, trata sobre um vírus letal que se espalha pelo mundo de maneira muito rápida, causando mortes na mesma velocidade e provocando o pânico em todo o planeta. Tive a oportunidade de assistir as suas cenas fortes recentemente, e o que acabo de constatar é que não fui só eu que saí do cinema cheia de por quês, me perguntando o que aconteceria se um episódio desses acontecesse do lado de cá da tela.

Inspirados no tema, especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio fizeram um debate com o apoio da da Foundation for Vaccine Research, uma fundação dos Estados Unidos que promove pesquisas para a criação de vacinas.

É claro que ninguém no mundo está preparado para um vírus como o apresentado no filme, que além de inédito tem uma alta taxa de dispersão e de mutação, mas de acordo com alguns especialistas a situação no país não é das mais favoráveis.

Para a infectologista Patrícia Brasil, a saúde pública conta com muitos desafios em conter as doenças já conhecidas e que podem ser combatidas, como é o caso da tuberculose e da dengue. “Na epidemia de dengue de 2008, foram mais de 300 mil casos, mais de 40% de mortes de crianças”, afirma Patrícia. Ainda de acordo com ela, o nosso sistema de saúde, não falando apenas do público, já é caótico, com emergências lotadas, e indubitavelmente não teria como responder a uma epidemia letal como a do filme.

A falta de investimentos na pesquisa de novas vacinas no Brasil e a necessidade de esforços internacionais para financiá-las foram outros temas levantados no debate.

Mas, não foram só pontos negativos que foram apresentados, nosso sitema de saúde também tem os seus prós. De acordo com Marcio Garcia, o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio, nosso país tem experiência e conhecimento suficiente em vigilância e investigação, que o torna capaz de responder de maneira razoável à um vírus letal.

De acordo com o superintendente, “temos uma rede nacional de alerta e resposta que, inclusive, é conectada com a sala dos CDC Centers for Disease Control and Prevention [Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos], que aparece no filme, em uma rede internacional. Também temos um programa especializado em investigação de surtos, que é o Epsus, com mais de 100 pesquisadores formados.”

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