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26
out

A madeira que vem do papel

Publicado em Reciclagem, Sustentabilidade, Visão Sustentável. 26 de outubro de 2011 - 10:13 - por Docol2

Todo mundo já sabe que o papel vem das árvores, mas agora a designer alemã Mieke Meijer inverteu tudo, transformando o papel em madeira.

Para isso, ela criou uma máquina onde páginas de jornal são empilhadas, coladas, enroladas e voltam a ser toras de madeira, que depois se cortam e lixam como qualquer tábua normal.

A ideia surgiu em 2003, quando ela ainda era estudante e, junto com outros jovens de uma empresa alemã, testou a madeira de jornal na criação de peças de mobília funcionais.

Hoje, Meijer combina a madeira de papel e a normal para fazer mesas, cadeiras, estantes e outros móveis. Além disso, ela também criou até pingentes usando pedaços do material recortado.

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25
out

De iMac a iMacquarium

Publicado em Reciclagem. 25 de outubro de 2011 - 09:40 - por Rafaela Mussi

O lixo eletrônico é um grande problema ambiental de impacto global e, apesar de já existir uma grande variedade de alternativas para reaproveitar esse tipo de resíduo, o americano Jake Harms decidiu inovar e transformar computadores velhos em aquários.

Harmas utiliza um modelo antigo de iMac da Apple, que tem uma carcaça prismática para dar vida aos chamados “iMacquariums”. Os computadores utilizados são todos inoperantes e coletados em usinas de reciclagem.


Fotos: iMacquarium


O resultado são aquários descolados e coloridos, que já vêm com filtro e luzes pré-instalados, e também um compartimento para comida. Tudo o que seu peixe precisa. O preço, porém, é um pouco salgadinho. Cada iMacquarium custa cerca de R$ 500,00, o que corresponde a muito mais do que custaria um aquário convencional do mesmo tamanho, mas, mesmo assim, está fazendo sucesso entre os amantes de peixes.


Harms também disponibiliza para venda em seu site um kit “faça você mesmo” para aqueles que quiserem transformar seus próprios computadores em aquários.

O que você achou da ideia?


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24
out

Cientistas criam super areia com 5 vezes mais poder para filtrar água

Publicado em Água. 24 de outubro de 2011 - 09:56 - por Docol2

Que a areia é usada na filtragem de água, bastante gente já sabe. Agora, cientistas dos Estados Unidos inventaram uma forma de torná-la ainda mais poderosa para isso; eles desenvolveram uma espécie de “super areia”, que tem cinco vezes mais eficácia para purificar a água.

Para fazer isso, eles cobriram a areia com um nanomaterial chamado óxido de grafite, que consegue remover melhor os metais pesados da água e outros resíduos de que a areia não conseguiria se livrar sozinha.

Os pesquisadores fizeram o teste: na água com mercúrio, a areia normal se saturou em 10 minutos, e a super areia permaneceu absorvendo o metal pesado por 50 minutos.

Se o método realmente funcionar sem prejudicar o meio ambiente e nem a saúde das pessoas, será uma alternativa barata, o que é uma vantagem quando se pensa em utilizá-la nos países em desenvolvimento, que geralmente sofrem com a escassez de água boa para o consumo.


Fonte: Inovação Tecnológica

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21
out

Barragens são capazes de causar impactos no litoral a quilômetros de distância

Publicado em Água. 21 de outubro de 2011 - 07:53 - por Rafaela Mussi

Um estudo premiado, publicado pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Transferência de Materiais Continente-Oceano, mostrou que as barragens de rios estão impactando as zonas costeiras a quilômetros de distância de onde são instaladas.

Tanto as barragens de hidrelétricas quanto as construídas para a formação de açudes retêm parte dos sedimentos que normalmente iriam para o mar e deveriam repor o alimento das espécies marinhas, além de substituir o terreno que é levado pela ação do mar.

De acordo com o pesquisador Drude Lacerda, em uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, é estimado que apenas 50% dos resíduos que eram transportados há 100 anos sejam levados atualmente para os oceanos. Dessa forma, Drude acredita que os relatórios de impacto ambiental das barragens devem contemplar também os ecossistemas marinhos, onde os rios atingidos deságuam.


Açude Aires de Souza, Ceará. - Fonte: Worldflicks


No nordeste, 90% do fluxo de água é controlado por barragens, e isso afeta não só áreas de barramento - pois os sedimentos se acumulam no local, aumentando as ilhas e entupindo a foz dos rios -, como também as zonas costeiras e as atividades relacionadas a ela, como a pesca, por exemplo. A erosão, que já é um impacto natural provocado pelo mar, cresce ainda mais com o menor aporte de sedimentos.

Esse fenômeno não acontece no sudeste, onde as chuvas são responsáveis por quase toda a recarga de sedimentos, e tampouco no semiárido, onde o material é cuspido nos oceanos apenas nos períodos de chuva, quando há fluxo para isso, e com as barragens regularizando a vazão, o aporte de sedimentos acontece de forma constante ao longo do ano.

Para Drude, existe a necessidade de se identificar os efeitos que as barragens podem causar nas zonas costeiras, para que um gerenciamento possa ser feito, evitando impactos ainda maiores a longo prazo.

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20
out

Quantos escravos trabalham para você?

Publicado em Artigo. 20 de outubro de 2011 - 07:23 - por Rafaela Mussi

“O que? Escravos trabalham para mim?”. Essa é uma pergunta que muitos devem ter feito ao ler o título, pois é realmente difícil de acreditar que ainda nos dias de hoje exista algo do gênero. Mas a triste notícia é que o trabalho escravo não só é uma realidade, como abriga o maior número de pessoas já visto na história, que podem estar, nesse exato minuto, trabalhando para nós.

“Ah! Mas se ele existe, deve ser, então, em alguma cultura muito diferente, longe de minha influência!”. Geograficamente, o lugar pode até ser longe (apesar de termos aqui no Brasil), mas aquele smartphone, aquela camiseta e o seu cafezinho, por exemplo, podem estar relacionados com o trabalho escravo.

“Mas são todos de marcas de reputação. Se elas tivessem fábricas com trabalho escravo, com certeza já estariam nos noticiários”. Verdade, mas também não é tão simples assim. O maior problema é que essas marcas que nós tanto amamos nem sempre sabem da procedência do material que utilizam. De onde vem o algodão para aquela camiseta? E o tântalo daquele smartphone? E é aí que mora o problema, pois o trabalho escravo ocorre nos campos, nas minas e nas fases de processamento do material primário.

E, como a informação é sempre a nossa maior aliada para combater os problemas, o site Slavery Footprint lançou uma calculadora que mostra o número aproximado de escravos que trabalham para você semanalmente, a partir de um questionário simples sobre os seus hábitos de consumo, para dar uma ideia geral sobre o impacto social das escolhas ao redor do mundo.

A ideia do site é fazer você entender qual a sua influência na escravidão, sem deixá-lo com remorso, ou forçá-lo a parar de comprar coisas, mas sim, levar você a refletir sobre o tipo de impacto que seria provocado se mudássemos os nossos hábitos e, também, convidando você a mandar uma mensagem para as marcas que consome, perguntando sobre a origem de sua matéria-prima.

Se você ainda não está convencido, vale lembrar que o trabalho escravo e más condições de trabalho também estão conectados com o meio ambiente. Então, por que não perder 5 minutinhos para responder o questionário e ver o que você pode fazer para melhorar?

Para acessar a calculadora, é só clicar AQUI!

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