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	<title>Planeta Água</title>
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	<description>Planeta Água é um blog que tem como tema a Sustentabilidade e o Uso Racional da Água</description>
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		<title>Você viveria sem dinheiro?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 09:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma vida sem dinheiro, é claro que se de maneira voluntária, soa um tanto despreocupada.  E é esse o testemunho de Hiedemarie Schwermer, de 69 anos, que afirma ter passado os últimos 16 anos sem uma única moeda.
Após o sucesso  da loja a base de trocas chamada Gib und nimm (Dar e Receber), que montou durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vida sem dinheiro, é claro que se de maneira voluntária, soa um tanto despreocupada.  E é esse o testemunho de Hiedemarie Schwermer, de 69 anos, que afirma ter passado os últimos 16 anos sem uma única moeda.</p>
<p>Após o sucesso  da loja a base de trocas chamada <a href="http://projekte.free.de/gibundnimm/index.htm">Gib und nimm </a>(Dar e Receber), que montou durante uma depressão econômica para ajudar as pessoas a trocarem seus produtos ou serviços, Schwermer decidiu tentar viver sem dinheiro durante um ano como uma experiência. O sucesso foi tão grande que o período de um ano virou uma década, e agora já está quase próximo a duas, deste novo estilo de vida. Schwermer troca suas habilidades fazendo pequenos trabalhos por moradia, alimentação, e tudo mais que ela precisa na vida.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5982" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a rel="attachment wp-att-5982" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/voce-viveria-sem-dinheiro/living-without-money-heidemarie-schwermer_jpg_492x0_q85_crop-smart/"><img class="size-medium wp-image-5982" title="living-without-money-heidemarie-schwermer_jpg_492x0_q85_crop-smart" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2012/01/living-without-money-heidemarie-schwermer_jpg_492x0_q85_crop-smart-400x266.jpg" alt="" width="400" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">foto: livingwithoutmoney.org</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A alemã e seu estilo de vida ficaram muito populares na internet dando origem a vários artigos.  Um deles levantou um ponto muito interessante:  mesmo aqueles de nós que não optar por desistir totalmente  do capitalismo poderia fazer utilizando muito menos.</p>
<p>E menos é o princípio de tudo isso. Com menos coisas, Schwermer encontrou mais tempo para a felicidade, para a aprendizagem, para os relacionamentos com outras pessoas. Embora esse modo de viver não seja para qualquer um, a mensagem que ele transmite deve ser considerada por todos. Por que nós trabalhamos, se não viver?  Apenas para que possamos comprar mais coisas?</p>
<p>A história de Schwermer  foi também explorada por Line Halvorsen e trasformada no documentário <em>Living without money</em> (vivendo sem dinheiro em português).</p>
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		<title>Sea Tower a torre flutuante que serve como habitat para animais urbanos</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 09:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[habitat]]></category>

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		<description><![CDATA[Os animais que moram em cidades grandes podem ter muitas dificuldades ao disputar espaço e recursos com os humanos e estruturas urbanas. Para dar a eles uma brecha, a empresa de arquitetura holandesa, Waterstudio.NL projetou uma solução deslumbrante. A Sea Tree (árvore marinha em inglês) é uma torre flutuante para pássaros, abelhas, morcegos e peixes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os animais que moram em cidades grandes podem ter muitas dificuldades ao disputar espaço e recursos com os humanos e estruturas urbanas. Para dar a eles uma brecha, a empresa de arquitetura holandesa, <a href="http://waterstudio.nl/">Waterstudio.NL</a> projetou uma solução deslumbrante. A Sea Tree (árvore marinha em inglês) é uma torre flutuante para pássaros, abelhas, morcegos e peixes para ser construída fora dos centros urbanos.</p>
<p>O líder da empresa, Koen Olthuis, anunciou a inauguração da torre para janeiro de 2014, que foi encomendada por um cliente ainda não revelado. A estrutura será fixada ao fundo do mar por cabos imersos. A parte submersa será coberta por plantas, seu interior terá uma área aberta própria para morcegos e a seção abaixo da água irá abrigar recifes artificiais.</p>
<p>Olthuis apresenta isso como uma maneira criativa e inteligente de prover <em>habitat</em> para as espécies e beneficiar o meio ambiente, já que não utiliza nenhum espaço na terra. Agora só falta ver se a torre será realmente construída e qual será a sua funcionalidade. Qual é a sua opinião?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5939" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a rel="attachment wp-att-5939" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/sea-tower-a-torre-flutuante-que-serve-como-habitat-para-animais-urbanos/seatree/"><img class="size-medium wp-image-5939" title="seatree" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2012/01/seatree-400x265.jpg" alt="" width="400" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: Waterstudio.NL</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>O que 2012 reserva para o meio ambiente?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 09:15:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[2012 começou agora e já promete ser um ano muito positivo para o futuro de nosso meio ambiente. Já temos uma lista de eventos e debates que acontecerão no decorrer deste ano e que com certeza trarão mudanças em âmbito nacional e global.
Começando com a Rio+20, a conferência da ONU será sediada em junho no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2012 começou agora e já promete ser um ano muito positivo para o futuro de nosso meio ambiente. Já temos uma lista de eventos e debates que acontecerão no decorrer deste ano e que com certeza trarão mudanças em âmbito nacional e global.</p>
<p>Começando com a Rio+20, a conferência da ONU será sediada em junho no Rio de Janeiro e irá avaliar e renovar os compromissos com o desenvolvimento sustentável assumidos há 20 anos atrás na Eco-92 por líderes globais. Além disso, serão discutidas a contribuição da economia verde para a sustentabilidade e a eliminação da pobreza no mundo. O evento será uma grande oportunidade para a troca de experiências sobre iniciativas sustentáveis entre vários países.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5977" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/o-que-2012-reserva-para-o-meio-ambiente/20120111-rio20-logo_jpg_492x0_q85_crop-smart/"><img class="size-medium wp-image-5977  aligncenter" title="20120111-rio20-logo_jpg_492x0_q85_crop-smart" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2012/01/20120111-rio20-logo_jpg_492x0_q85_crop-smart-400x173.jpg" alt="" width="400" height="173" /></a></p>
<p>No final do ano teremos a 18º Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-18) que acontecerá no Qatar e irá avaliar as metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa dos países desenvolvidos e também discutir a segunda fase dos compromissos do Protocolo de Kyoto, que provavelmente iniciará no começo do próximo ano.</p>
<p>Além desses eventos globais, existem outros assuntos que serão muito comentados durante 2012 em nosso país. O novo código florestal, por exemplo, é um tema que ainda trará muita polêmica entre fazendeiros e ambientalistas. O código foi aprovado pelo plenário senado em 2011, e deve passar por votação dos deputados ainda no primeiro semestre desse ano. Se aprovado seguirá para aprovação da presidente da República e caso seja rejeitado, deverá ser retomado.</p>
<p>A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) será outro tema em alta no decorrer do ano. Até a metade de 2013 todos os municípios do país deverão elaborar um plano municipal de resíduos sólidos e aquele que não elaborar o seu plano até a data estipulada será impedido de receber recursos do governo destinados à atividade. Já o Plano Nacional de Resíduos Sólidos brasileiro passará por análise de conselhos nacionais de meio ambiente, cidades, saúde e política agrícola e será encaminhado até meados do próximo ano ao Palácio do Planalto, que o transformará em decreto presidencial.</p>
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		<title>O preço real de nossas roupas</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 09:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[Impactos Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[roupas]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós sabemos o valor em dinheiro que pagamos em cada peça de roupa que compramos, mas assim como qualquer outro produto que consumimos, existem outros custos que nem sempre vêm discriminados no preço. E para alertar ao consumo consciente, a americana Greenovate lançou um vídeo (em inglês) chamado &#8220;A vida secreta de nossas roupas&#8221; que conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós sabemos o valor em dinheiro que pagamos em cada peça de roupa que compramos, mas assim como qualquer outro produto que consumimos, existem outros custos que nem sempre vêm discriminados no preço. E para alertar ao consumo consciente, a americana <em>Greenovate</em> lançou um vídeo (em inglês) chamado &#8220;A vida secreta de nossas roupas&#8221; que conta para nós sobre os impactos da produção têxtil.</p>
<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TVBxlMx6nK4?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/TVBxlMx6nK4?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object>
</p>
<p>Como explica o vídeo, o impacto ambiental da produção de algodão pode ser assombroso. A redução de aquíferos e reservatórios a sérios problemas com pesticidas, esses “custos invisíveis” tem impactos reais de longo prazo nas comunidades que cultivam o algodão, comprometendo a sobrevivência delas.</p>
<p>Da mesma forma, condições de trabalho não apropriadas estão criando um transtorno na sociedade, além de stress, depressão e exploração em muitas partes do mundo. Algumas marcas já estão tomando medidas para garantir credibilidade e transparência sobre o direito dos trabalhadores e também sobre o processo de seleção de fornecedores, para garantir que todo o processo produtivo seja politicamente correto.</p>
<p>Mas o que tudo isso significa para o consumidor? E como nós diferenciamos quais as empresas que estão fazendo certo e quais não estão? Nos Estados Unidos, como mostra o vídeo, uma organização chamada <a href="http://www.goodguide.com/">GoodGuide</a> está fazendo esse trabalho para os consumidores, taxandos as performances ambientais e sociais de cada empresa, e disponibilizando toda essa informação em um aplicativo de celular que pode ser consultado a qualquer momento.</p>
<p>Por enquanto esse tipo de informação ainda é um pouco restrita a nós consumidores aqui no Brasil, porém não é por causa disso que não devemos deixar de ficar atentos e sempre pesquisar sobre o que andamos consumindo. Lembrando que sempre que nós tomamos a atitude deixar de consumir um produto que não seja ambientalmente ou socialmente correto, nós estamos de alguma forma ajudando para que a empresa responsável mude a sua forma de agir.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As 10 cidades com a água mais cara do mundo</title>
		<link>http://www.docol.com.br/planetaagua/as-10-cidades-com-a-agua-mais-cara-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[preço da água]]></category>

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		<description><![CDATA[Fatores políticos, a disponibilidade de água, infraestrutura e outros aspectos determinam o preço da água no mundo, que podem variar muito de um país para outro. A fim de mapear esses custos a revista National Geographic junto com a ONG Global Water Intelligence resolveu pesquisar os valores cobrados nas principais cidades do planeta.
A capital da Dinamarca, Copenhague, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fatores políticos, a disponibilidade de água, infraestrutura e outros aspectos determinam o preço da água no mundo, que podem variar muito de um país para outro. A fim de mapear esses custos a revista <strong><span style="text-decoration: underline;">National Geographic</span></strong> junto com a ONG <strong><span style="text-decoration: underline;">Global Water Intelligence</span></strong> resolveu pesquisar os valores cobrados nas principais cidades do planeta.</p>
<p>A capital da Dinamarca, Copenhague, foi classificada como a cidade com a água mais cara do mundo. O custo de cada 387 litros (medida que equivale a 100 galões) chega a   US$ 3,43. Na sequência vêm as cidades de Glasgow na Escócia e Berlim na Alemanha, com US$ 2,52 e US$ 2,50 respectivamente.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5955" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/as-10-cidades-com-a-agua-mais-cara-do-mundo/copo/"><img class="size-medium wp-image-5955  aligncenter" title="copo" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2012/01/copo-400x533.jpg" alt="" width="400" height="533" /></a></p>
<p>As 10 cidades mais caras estão listadas no ranking abaixo:</p>
<p><strong>1º</strong> Copenhague (Dinamarca) &#8211; US$ 3,43<br />
 <strong>2º</strong> Glasgow (Escócia) &#8211; US$ 2,52<br />
 <strong>3º</strong> Berlim (Alemanha) &#8211; US$ 2,50<br />
 <strong>4º</strong> Gent (Bélgica) &#8211; US$ 2,37<br />
 <strong>5º</strong> Oranjestad (Aruba) &#8211; US$ 1,69<br />
 <strong>6º</strong> Nice (França) &#8211; US$ 1,66<br />
 <strong>7º</strong> San Diego (Estados Unidos) &#8211; US$ 1,65<br />
 <strong>8º</strong> Sidney (Austrália) &#8211; US$ 1,61<br />
 <strong>9º</strong> Brisbane (Austrália) &#8211; US$ 1,50<br />
 <strong>10º</strong> Auckland (Nova Zelândia) e Newcastle (Inglaterra) &#8211; US$ 1,46</p>
<p>* Preço em dólar para cada 387 litros (o equivalente à medida de 100 galões)</p>
<p>Se você pensava que estava pagando caro na sua conta de água, vale lembrar que as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, também apresentadas no estudo, apresentam valores bem longe dos países do ranking, que são respectivamente US$ 0,65 e US$ 0,34. O jeito é economizar para que esse quadro não mude.4</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Afinal, devemos ou não reciclar o nosso papel?</title>
		<link>http://www.docol.com.br/planetaagua/afinal-devemos-ou-nao-reciclar-o-nosso-papel/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Na reciclagem de papel existem alguns aspectos para se considerar, como a emissão de CO2 e o material químico utilizado, e para ambos existem argumentos que contrariam a reciclagem. Remover os impressos dos papéis implica no clareamento, que utiliza substâncias que podem acabar poluindo os rios. Já ao se falar nas emissões, cultivar uma árvore [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na reciclagem de papel existem alguns aspectos para se considerar, como a emissão de CO2 e o material químico utilizado, e para ambos existem argumentos que contrariam a reciclagem. Remover os impressos dos papéis implica no clareamento, que utiliza substâncias que podem acabar poluindo os rios. Já ao se falar nas emissões, cultivar uma árvore ajuda a absorver carbono, mas na maioria das vezes elas não são substituídas, portanto é melhor ou não que reciclemos?</p>
<p>Quando falamos em meio ambiente e papel a reciclagem é quase uma resposta automática para todos. A maioria nunca questionou essa prática e ficou chocada quando começaram a surgir teorias que a contrariam. Como foi o caso do americano Michael Moore que causou polêmica ao declarar em seu livro <em>Stupid White Men</em> que iria parar com essa prática, mas talvez ele estivesse certo.</p>
<p>A maioria dos recicláveis acaba não sendo reciclada por causa de contaminação com comida, falta de infraestrutura, falta de conscientização, entre outros. E o que parece é que reciclar serve como uma desculpa para que possamos consumir mais matérias sem culpa, esquecendo que reduzir e reutilizar devem vir antes da reciclagem.</p>
<p>Da perspectiva das emissões de CO2 é muito claro que reciclar é a melhor escolha. Cada tonelada de papel enviada para o aterro emite 1,38 ton de CO2 equivalente em sua decomposição. O processo da reciclagem além de eliminá-las, reduz também as emissões geradas pelo processamento, transporte, etc, em um total de 4,23 ton de CO2.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-5958" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/afinal-devemos-ou-nao-reciclar-o-nosso-papel/paper-2/"><img class="size-full wp-image-5958  aligncenter" title="paper" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2012/01/paper.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Considerando a poluição química a reciclagem também tem pontos a favor. O processo de clareamento de papéis impressos também tem impactos menores do que a produção de fibra natural, seu processamento, delignificação e clareamento.</p>
<p>Infelizmente tanto a produção de papel reciclado quanto a de papel virgem necessitam de um grande volume de água, enfatizando a importância da redução e reutilização antes da reciclagem.</p>
<p>O reflorestamento é certamente outra razão para que reciclemos o papel. Enquanto é verdade que em muitos lugares exista a prática do reflorestamento, mesmo nos lugares em que ela não é praticada os impactos são muito maiores do que a perda de árvores. Isso inclui a perda de habitat, erosão, etc. E enquanto as árvores replantadas absorvem mais carbono em seus primeiros anos de crescimento do que as mais velhas, o reflorestamento geralmente favorece a monocultura de espécies favoráveis para  colheitas futuras ao invés de uma diversidade mais natural de espécies de ávores.</p>
<p>Então o que nós devemos ter sempre em mente é: reduzir a quantidade de papel e outros recursos que consumimos, reusar sempre que possível e depois que inservível, sempre reciclar! #3R</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A cidade mais limpa do mundo</title>
		<link>http://www.docol.com.br/planetaagua/a-cidade-mais-limpa-do-mundo/</link>
		<comments>http://www.docol.com.br/planetaagua/a-cidade-mais-limpa-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[biocombustível]]></category>
		<category><![CDATA[Boras]]></category>
		<category><![CDATA[Incineração]]></category>
		<category><![CDATA[Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Produção de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>

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		<description><![CDATA[105.000 habitantes, 1.500 indústrias e 0 gramas de lixo são números que correspondem à realidade da cidade de Boras na Suécia. O município reaproveita 99% de todos os seus resíduos, que são destinados de três diferentes formas: 42% são encaminhados à incineração e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados e transformados em biocombustível e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>105.000 habitantes, 1.500 indústrias e 0 gramas de lixo são números que correspondem à realidade da cidade de Boras na Suécia. O município reaproveita 99% de todos os seus resíduos, que são destinados de três diferentes formas: 42% são encaminhados à incineração e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados e transformados em biocombustível e 27% restantes são reciclados. O restante, que corresponde a menos de 1% é enterrado, devido ao alto custo dos aterros.</p>
<p>Os ganhos são tão grandes que a cidade já começou a importar lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa.</p>
<p>Outra parte interessante é o envolvimento exemplar da população. A reciclagem, por exemplo, é inteiramente feita pelos habitantes da cidade. São eles que separam os materiais e os levam até os pontos de coleta. #exemplo</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5915" class="wp-caption aligncenter" style="width: 390px"><a rel="attachment wp-att-5915" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/a-cidade-mais-limpa-do-mundo/stadspark_viskan/"><img class="size-full wp-image-5915" title="stadspark_viskan" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2011/12/stadspark_viskan.jpg" alt="" width="380" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade de Boras - Fonte: http://www.boras.se/</p></div>
<p>Os resíduos orgânicos são armazenados pela população em sacos pretos e o restante em sacos brancos e ambos são coletados por caminhões e respectivamente encaminhados a usina de biogás e incineradores.</p>
<p>A universidade local que iniciou o projeto presta assessoria para todo o mundo sobre reaproveitamento de lixo, e o próximo investimento que eles pretendem fazer depois do lixo zero é na eliminação total de combustíveis fósseis.</p>
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		<title>O mundo precisa de mais bicicletas</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 11:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Durban]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de CO2]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[A conferência de Durban na Africa do Sul, trouxe o comprometimento pela primeira vez desde Kyoto em 2007, de todos os maiores emissores em um instrumento com força legal para redução de emissões. Uma grande vitória, mas ao mesmo tempo, ela nos mostrou que nossas emissões continuam a crescer e todos sabemos que isso não será suficiente para limitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A conferência de Durban na Africa do Sul, trouxe o comprometimento pela primeira vez desde Kyoto em 2007, de todos os maiores emissores em um instrumento com força legal para redução de emissões. Uma grande vitória, mas ao mesmo tempo, ela nos mostrou que nossas emissões continuam a crescer e todos sabemos que isso não será suficiente para limitar o aquecimento global à faixa de segurança estabelecida de 2ºC até 2100.</p>
<p>Mas então o que fazer? Surge a necessidade de colocarmos toda a energia possível para que o acordo global com metas para todos seja completado o mais rápido. E enquanto esse acordo não chega, <span style="color: #808080;">cada um de nós tem a sua parte a fazer.</span></p>
<p>Li recentemente um estudo conduzido pela Federação Européia de Ciclistas (ECF) que comparou os impactos da emissão de CO2 do transporte por meio de bicicleta, ônibus e carro. Os resultados como já era de se esperar mostraram que se todos os 27 países da União Européia atingissem um percentual de transporte por meio de bicicletas igual ao da Dinamarca, uma redução das emissões de CO2  entre 63 e 142 milhões de toneladas por ano seria possível até 2050. Isso corresponde de 12 a 26% da meta de redução traçada pelo setor de transporte da Europa. Se nós ampliássemos isso em nível mundial esses valores de redução seriam então ainda maiores.</p>
<p>E mesmo sendo uma grande redução, a meta está longe de ser um sonho. Há tempo suficiente para que até 2050 sejam feitos investimentos de infraestrutura que sejam capazes de aumentar a popularidade desse meio de transporte, mas o ideal mesmo é que eles sejam feitos o quanto antes.</p>
<p>Como você pode ver na imagem abaixo, a emissão por pessoa para cada quilomêtro é de 16g para bicicletas, 95g para ônibus e 229g para carros. E além de reduzirem as emissões as bicicletas também colaboram na diminuição do trânsito e aumentando a qualidade de vida.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_5887" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a rel="attachment wp-att-5887" href="http://www.docol.com.br/planetaagua/o-mundo-precisa-de-mais-bicicletas/co2-emissions-bike-vs-car-vs-bus-image-jpg-492x0_q85_crop-smart/"><img class="size-medium wp-image-5887" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2011/12/co2-emissions-bike-vs-car-vs-bus-image.jpg.492x0_q85_crop-smart-400x530.jpg" alt="" width="400" height="530" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte: ECF</p></div>
<p>A dica é que sempre que possível você utilize bicicleta ou ônibus ao invés do seu carro, e se isso nunca for possível, opte por um carro que seja mais eficiente.</p>
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		<title>Metade dos brasileiros temem ataque à Amazônia</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 09:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[guerra pela água]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto cada vez mais os países desenvolvidos dependem dos recursos de outros para sobreviver, não é nenhuma surpresa que alguns países em desenvolvimento estão começando a ficar preocupados com o futuro. De acordo com os resultados de uma nova pesquisa, o nosso país é um deles. Metade dos brasileiros entrevistados acreditam fortemente que dentro dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto cada vez mais os países desenvolvidos dependem dos recursos de outros para sobreviver, não é nenhuma surpresa que alguns países em desenvolvimento estão começando a ficar preocupados com o futuro. De acordo com os resultados de uma nova pesquisa, o nosso país é um deles. Metade dos brasileiros entrevistados acreditam fortemente que dentro dos próximos 20 anos um ataque será realizado no país em função das riquezas da Amazônia.</p>
<p>A pesquisa, conduzida pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mostrou que dos 3796 brasileiros entrevistados, 50% se mostraram preocupados com ataques relacionados a Amazônia e 45% acreditam que o acesso ao Pré-sal brasileiro pode levar a um ataque.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5926" src="http://www.docol.com.br/planetaagua/wp-content/uploads/2011/12/floresta-amazonica-aquecimento-global.jpeg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p>Quando questionados sobre qual país seria responsável pelo ataque, 37% citaram os Estados Unidos, enquanto por outro lado, 32% acreditam que os Estados Unidos seriam um aliado.</p>
<p>&#8220;As pessoas ainda se veem ameaçadas com pais que tem capacidade militar sem paralelo. Ao mesmo tempo, as empresas americanas exportam, investem e a possibilidade de parceria é muito elevada. Essa ambiguidade decorre da variedade e da versatilidade do poder dos EUA&#8221;, disse Rodrigo Fracalossi, o técnico de pesquisa e planejamento, ao <a href="http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/12/50-temem-que-brasil-seja-atacado-por-causa-da-amazonia-diz-ipea.html">G1 Globo News</a>.</p>
<p>Para muitos americanos, esse ceticismo dos brasileiros considerando a política internacional na América Latina, pode ser uma surpresa. Mas não seria a primeira vez que os EUA usariam a força para adquirir recursos.</p>
<p>Com o mundo cada vez mais populoso, onde recursos naturais já estão se tornando escassos em muitos lugares, me parece muito possível que conflitos internacionais venham a acontecer no futuro, seja por falta de água, terra fértil ou combustíveis fósseis. E se esse for realmente o caso, o Brasil, com sua abundância de recursos naturais, poderia muito bem ser um dos principais alvos.</p>
<p>Qual a sua opinião?</p>
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		<title>Mesmo com maior reserva de água doce do mundo, Amazônia não oferece abastecimento de água a toda sua população</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 11:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaela Mussi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de guardar a maior reserva de água doce no mundo, e ter 40% de seu território protegidos sob forma de áreas de conservação, ou territórios indígenas, o acesso ao abastecimento de água adequado na Amazônia ainda é insatisfatório.
Dados mostram que as condições de água e saneamento básico são consideradas precárias na região. Na Amazônia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de guardar a maior reserva de água doce no mundo, e ter 40% de seu território protegidos sob forma de áreas de conservação, ou territórios indígenas, o acesso ao abastecimento de água adequado na Amazônia ainda é insatisfatório.</p>
<p>Dados mostram que as condições de água e saneamento básico são consideradas precárias na região. Na Amazônia brasileira, apenas 66% da população tem abastecimento de água adequado, enquanto 51% da população tem acesso ao saneamento básico. E há países dentro dos que abrangem a floresta, onde esses números são ainda menores.</p>
<p>Além desses, outros problemas também assolam a região. Um estudo recente indica que 42% da população da Amazônia brasileira vive abaixo da linha da pobreza. Os índices de educação e saúde são baixos em toda a região.</p>
<p>O mesmo estudo ainda aponta a criação de mais áreas protegidas como estratégia para conter o desmatamento, ampliando a proteção de 2 milhões de quilômetros quadrados para 3,2 milhões de quilômetros quadrados.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.sxc.hu/pic/l/c/cr/cricava/1362583_55178846.jpg" alt="" width="532" height="352" /></p>
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