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12
nov

O papel que vira planta

Publicado em Verde. 12 de novembro de 2010 - 07:00 - por Planeta Água

by Docol

Imagine a situação: você recebe um cartão ou folheto e, quando vai jogá-lo fora ou mesmo reciclá-lo, se depara com uma sugestão diferente inscrita no verso, a de plantar esse papel. Mas de que adianta plantar? Na verdade, esse é o caso do papel semente. Como o nome já revela, dentro dele vêm várias sementes que são inclusas durante o processo de fabricação. O produto pode ser de vários tamanhos e cores, além de ser artesanal e ecológico.

Planta germinando no papel

Fonte: Papel Semente

Para plantar, é simples. Basta picar e molhar o papel, cobrir com uma camada fina de terra e regar diariamente. Após aproximadamente 20 dias, a planta já irá germinar. Assim, dependendo da semente, você poderá ter flores, ervas ou verduras. Entre as opções há o cravo da Índia, cósmea, boca-de-leão, erva-doce, camomila, rúcula, agrião, salsinha e manjericão.

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03
nov

Escolha plantas nativas e ajude na sustentabilidade

Publicado em Água, Verde. 03 de novembro de 2010 - 07:30 - por Planeta Água

by Docol

Na hora de arrumar o jardim, opte pelas plantas nativas. Essa escolha pode ser útil para ajudar na sustentabilidade do ambiente. Isso porque elas já estão adequadas às características específicas da sua região, como clima e solo. Então dá para economizar no adubo e nos sistemas de irrigação, sem comprometer a aparência das plantas. O dono da casa consegue poupar em até 30% o uso da água, devido a esses fatores.

Outro ponto positivo é o auxílio na perpetuação das espécies locais e valorização delas. Todas são necessárias para que haja um equilíbrio na fauna, também. Os animais da região já estão habituados a se alimentar de determinadas frutas. Se elas começarem a sumir, os bichos serão afetados da mesma forma. Além disso, há a vantagem dos preços, já que plantas exóticas geralmente são mais caras e menos acessíveis que as nativas.

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30
ago

ONU declara década sobre desertos e combate à desertificação

Publicado em Verde. 30 de agosto de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

by Docol

A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) declarou, no dia 16 de agosto, a Década sobre Desertos e Combate à Desertificação, durante a abertura da Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas (Icid+18), que aconteceu em Fortaleza.

Segundo a ONU, mais de 2,1 bilhões de pessoas vivem em regiões semiáridas no mundo. O problema afeta 40% de toda a superfície do planeta. O representante da UNCCD na América Latina e Caribe, Heitor Matallo, concedeu entrevista à Rádio ONU, de Fortaleza, sobre algumas medidas que podem ser tomadas para ajudar as regiões semiáridas. Confira abaixo:

“Você tem que fazer que as populações que vivem nestas áreas estejam preparadas para estas eventualidades. Em termos de conservação de água, no caso nosso do semiárido que a água é um fator limitante. E, na ocorrência de uma seca, o agricultor, aquela pessoa que vive na região, tenha várias alternativas econômicas à sua disposição”, explicou Matallo.

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06
ago

E agora, você acredita no aquecimento global?

Publicado em Verde, Visão Sustentável. 06 de agosto de 2010 - 07:18 - por Rafaela Mussi

by Docol

Em quem você acredita? Na grande maioria de cientistas que afirmam que as emissões de gases causadores do efeito estufa geradas pelas atividades humanas estão  alterando o nosso clima? Ou na porcentagem  pequena de cientistas céticos que dizem que nenhum problema está ocorrendo com ele?


Para ajudar os leigos e aqueles mais por fora do assunto, a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos publicou um novo estudo que revelou muita disparidade  na credibilidade científica dos diferentes lados desse debate.

A pesquisa também indicou que uma grande (e crescente) proporção da sociedade parece estar ignorando a opinião dos 97% de climatologistas do mundo que defendem o aquecimento global, o que acaba confundindo quem trabalha com algo relacionado às mudanças climáticas.

Esse novo estudo traz uma revisão extensiva de literatura que estabelece identidades, pontos de vistas e autoridade respectiva de 1.372  pesquisadores do clima, cujos trabalhos “constituem expertise ou credibilidade em pesquisas científicas técnicas ou de política relevante” e mostram que cerca de 98% dos pesquisadores com publicações mais ativas na área, apoiam os princípios pregados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) das Nações Unidas .

em quem você acredita? Na grande maioria de cientistas que pregam que as emissões de gases causadores do efeito estufa geradas por atividades antrópicas estão claramente alterando o nosso clima, podendo causar muitos problemas? Ou você acredita na porcentagem  pequena de cientistas céticos que dizem que nenhum problema está ocorrendo com o nosso clima?
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19
jul

O novo código florestal foi aprovado. E agora?

Publicado em Verde. 19 de julho de 2010 - 09:45 - por Rafaela Mussi

by Docol

No dia 6 de julho, a Comissão Especial criada para analisar a alteração do Código Florestal aprovou as mudanças propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), e isso gerou grande polêmica. Muitos dos brasileiros, especialmente os ambientalistas, ficaram insatisfeitos com as novas mudanças. Era esperado que a nossa legislação ambiental fosse aprimorada e ao invés disso, foram feitas alterações insignificantes de conteúdo, que de acordo com o membro do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Roberto Smeraldi, só serviu para desmoralizar o nosso código, pois “ favorecem a anistia e a impunidade”.

A cláusula que mais gerou polêmica foi a que prevê que todos os produtores que desmataram Áreas de Proteção Permanente e Reservas Legais, antes da metade de 2008, não precisam pagar multa e devem, apenas, recuperar a área que destruíram em um prazo de 25 anos. Isso pode gerar um grande sentimento de injustiça naqueles que pagaram seus tributos em dia, e desestimulá-los a cumprir suas obrigações ambientais daqui pra frente, estimulando até mesmo o desmatamento ilegal.

As novas mudanças, além de tudo, podem prejudicar até a produtividade agrícola, que é o foco central de toda a discussão. De acordo com José Sabino, especialista em biodiversidade, a produtividade nos terrenos que são cercados por florestas chega a ser até 30% maior.

O ministério do meio ambiente, considera que esta versão do relatório está muito melhor do que a inicial, apresentada por Rebelo, mas preferia que ele ainda não fosse aprovado, para ser mais aprimorado. Porém, acredita na aptidão dos parlamentares para pedir ajuste de alguns artigos e considera o julgamento de alguns ambientalistas contra as mudanças um pouco exagerado.

O que acontecerá daqui pra frente depende muito dos políticos eleitos por nós nas próximas eleições. O projeto, até então, só foi aprovado pela comissão especial, e ainda há muito para acontecer antes que as mudanças sejam realmente oficializadas. Ele terá que passar por votação dos parlamentares da câmara, ser aprovado no senado e ser sancionado pelo presidente da república, após as eleições de outubro.

Como esse é um assunto polêmico, não tenho visto ele ser muito abordado pelos candidatos. O que cabe a nós, eleitores, independente de nossa posição política, é questionar e cobrar boas atitudes de nossos candidatos.

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