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10
set

As Redes Sociais e o Meio Ambiente

Publicado em Sustentabilidade, Visão Sustentável. 10 de setembro de 2010 - 07:05 - por Rafaela Mussi

by Docol

Até as redes sociais estão entrando na onda do Meio Ambiente, de portais para trocar informações ambientais, até redes para promover carona coletiva. Só não contribui com o meio ambiente o internauta que não quer! Confira abaixo alguns desses portais:

No Brasil, os ex-executivos da indústria farmacêutica  Martin Mauro e Fábio Biolcati criaram o Made in Forest. A iniciativa surgiu durante as viagens de negócios que faziam. Os dois perceberam que as instituições que trabalham pela preservação ambiental ao redor do mundo não se conheciam e não eram conhecidas pelo público. Por isso, resolveram criar o site, que já conta com cerca de 5.800 perfis de entidades espalhadas por 28 países de todos os continentes.

O Wiser Earth, é um projeto patrocinado pelo Natural Capital Institute (NCI), uma organização voltada à recuperação da terra e à cura da cultura humana. Foi criado no Dia da Terra, em abril de 2007 com o objetivo de auxiliar o movimento global de pessoas e organizações trabalhando para a justiça social, direitos de povos indígenas, conexão para gestão ambiental, compartilhamento de conhecimento e formação de alianças. Hoje, a rede conta com mais de 20.000 membros fazendo conexões, compartilhando recursos, soluções, trabalhos e eventos. [Leia mais...]

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11
ago

ABNT cria selo de Qualidade Ambiental

Publicado em Sustentabilidade, Visão Sustentável. 11 de agosto de 2010 - 07:10 - por Rafaela Mussi

by Docol

Depois de inúmeros pedidos de empresas interessadas em adequar-se aos padrões de sustentabilidade, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou o selo de Qualidade Ambiental para garantir aos consumidores que cada produto adquirido foi fabricado de acordo com cuidados socioambientais em todos os elos da sua cadeia de produção, desde a extração da matéria-prima até o descarte e a reciclagem.

As empresas estão realmente interessadas em conquistar os consumidores que cada vez estão mais exigentes em saber a origem dos produtos que levam pra casa e além disso, internacionalmente falando, consumidores de países como Canadá, Japão e Estados Unidos são muito exigentes quando se fala de meio ambiente.


O selo também foi criado para inspirar confiança nos consumidores diante de certificações apelativas que estão em circulação e quinze empresas brasileiras já passam por um minucioso processo de análise e adequação de seus processos de produção para consegui-lo

Esta é sem dúvida uma grande novidade. Só não poderemos esquecer de nos mantermos sempre de olho nos rótulos.

Mais informações estão disponíveis no site da ABNT .

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03
ago

É possível aliar interesses econômicos com ecológicos?

Publicado em Economizando&Cuidando, Sustentabilidade, Visão Sustentável. 03 de agosto de 2010 - 10:05 - por Rafaela Mussi

by Docol

Toda e qualquer empresa é movida por interesses econômicos, por menos ambiciosos que sejam, uma empresa não sobrevive sem lucro, e é claro que ela sempre caminha em busca de maximizá-lo. O problema é que, na maioria das vezes, para se atender aos interesses econômicos da empresa, quem acaba pagando por isso, de maneira direta ou não, é o meio ambiente. Uma fabricante de automóveis, por exemplo, ao acelerar a sua produção, consequentemente aumenta a frota de carros na rua, potencializando a poluição e o tráfego e diminuindo a qualidade de vida urbana.

 

É impossível não citarmos aqui também o caso do vazamento da plataforma da British Petroleum (BP) no golfo do México. Alguns relatórios internos da empresa já apontavam a fragilidade do equipamento de extração de petróleo antes do desastre, e mesmo assim, a BP decidiu arcar com o risco. O vazamento já custou a empresa mais de U$3,12 milhões, além de reduzir o valor da instituição pela metade. Mas quem está pagando de verdade por isso é o meio ambiente, pois seus danos são gigantes e podem ser irreversíveis. Antes do desastre, a BP era o maior grupo britânico, mas os interesses econômicos acabaram se sobrepondo à segurança, e no final, a própria empresa corre hoje risco de falência, além de ter provocado o maior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos. A culpa pode ser sim em parte da ambição da empresa, mas não podemos esquecer que somos nós os consumidores que ditamos quais são as demandas que as empresas devem produzir. Não que isso justifique, mas se há uma empresa fazendo loucuras para poder oferecer maior quantidade de petróleo, é por que nós ainda somos grandes dependentes do óleo negro.

 

A boa notícia é que temos visto cada vez mais empresas adotando os caminhos da sustentabilidade. Ou seja, embora isso ainda esteja em fase inicial, já estamos desenvolvendo uma consciência ambiental.  E até as próprias empresas já estão percebendo que podem, ao mesmo tempo, lucrar e promover a conservação do meio ambiente.  Como já vimos aqui no blog, algumas instituições estão economizando muito dinheiro ao investir em tecnologias que reduzem o consumo de água. A Docol, por exemplo, além de promover o uso racional da água em seus processos produtivos, incentiva que outras organizações o façam também. Para isso, criou um selo chamado Salvágua, certificando instituições que economizam água por meio da instalação de sua linha de torneiras automáticas que evitam o desperdício. Outro exemplo são os carros flex que estão lentamente dominando o mercado, além da possibilidade de se optar por biocombustíveis que são menos poluentes e também mais econômicos que os movidos apenas por combustíveis fósseis.

 

Pode-se dizer, então, que é possível sim aliar os interesses econômicos com os ambientais, mas para isso, quem tem que mostrar interesse no meio ambiente primeiramente somos nós mesmos. As empresas já estão começando a atender os nossos interesses e aos poucos os tornando delas também. Então o que cabe a nós é continuar optando por produtos sustentáveis, recusando aqueles que prejudicam o meio ambiente e, sempre que possível, questionando as organizações.

 

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28
jun

Copa do Mundo de 2010 bate recorde de emissões

Publicado em Sustentabilidade, Visão Sustentável. 28 de junho de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

by Docol

Se até agora você achava que as vuvuzelas eram a pior coisa da Copa de 2010, pode mudar de opinião: um estudo realizado pela Embaixada da Noruega em parceria com o Governo da África do Sul revelou que o evento será responsável pela emissão de 2,753,251 toneladas de CO2 na atmosfera. Isso equivale a mesma quantidade liberada por 1 milhão de carros durante um ano e a 6 vezes mais do que foi emitido na última Copa do Mundo.

Entre os fatores que colaboraram para a alta emissão desta copa estão a alta porcentagem de pessoas se deslocando até o país por meio de voos internacionais (diferente da copa de 2006 em Berlin, onde a maioria chegou por meio de trem ou carro) e  a ausência de estádios apropriados, que exigiu novas construções. [Leia mais...]

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21
jun

Entenda a sustentabilidade

Publicado em Sustentabilidade, Visão Sustentável. 21 de junho de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

by Docol

Atualmente, quando se fala em sustentabilidade, utiliza-se o conceito de Triângulo da sustentabilidade, três aspectos que devem ser atendidos igualmente para que se tenha uma atividade sustentável, são eles: ecológico, econômico e social.  Para que algo seja sustentável, deve ser economicamente viável, socialmente justo e ecologicamente correto.

De acordo com o professor holandês Peter Nijkamp, o primeiro destes aspectos, o ecológico, remete à manutenção do ecossistema em longo prazo. O segundo, econômico, trata da obtenção de renda suficiente para o custeio da vida em sociedade. E o terceiro, social, aborda o respeito aos valores sociais e culturais e a justiça na distribuição de custos e benefícios.

Os três fatores quando em equilíbrio, como se estivessem cada um deles em uma das pontas de um triângulo, formam o ideal de sustentabilidade. De nada adianta ter uma atividade ecológica que, por exemplo, prejudique a sociedade de alguma forma, ou uma atividade que traga vários benefícios econômicos e sociais mas que agrida ao meio ambiente.

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