• Início
  • O Blog
  • Planeta Água Escola - Alunos
  • Sobre os Autores
  • Você viveria sem dinheiro?
  • Sea Tower a torre flutuante que serve como habitat para animais urbanos
  • O que 2012 reserva para o meio ambiente?
  • O preço real de nossas roupas
  • As 10 cidades com a água mais cara do mundo

Categorias

  • Água (174)
  • Artigo (5)
  • Atualidades (27)
  • Consumo (31)
  • Desafio Planeta Água (8)
  • Economizando&Cuidando (7)
  • Hábito sustentável (17)
  • Reciclagem (15)
  • Resultados das Enquetes (18)
  • Sustentabilidade (94)
  • Uma escolha sustentável (15)
  • Verde (20)
  • Visão Sustentável (79)
  • Você precisa saber (5)

Tags

meio ambiente Mudanças Climáticas Lixo reutilização Reciclagem poluição Aquecimento Global Economia Sustentabilidade Água
 

O mundo precisa de mais bicicletas

Baixa biodiversidade pode diminui...

Consumo de água cresce mais ráp...

 
23
jan

Afinal, devemos ou não reciclar o nosso papel?

Publicado em Reciclagem. 23 de janeiro de 2012 - 07:53 - por Rafaela Mussi

Na reciclagem de papel existem alguns aspectos para se considerar, como a emissão de CO2 e o material químico utilizado, e para ambos existem argumentos que contrariam a reciclagem. Remover os impressos dos papéis implica no clareamento, que utiliza substâncias que podem acabar poluindo os rios. Já ao se falar nas emissões, cultivar uma árvore ajuda a absorver carbono, mas na maioria das vezes elas não são substituídas, portanto é melhor ou não que reciclemos?

Quando falamos em meio ambiente e papel a reciclagem é quase uma resposta automática para todos. A maioria nunca questionou essa prática e ficou chocada quando começaram a surgir teorias que a contrariam. Como foi o caso do americano Michael Moore que causou polêmica ao declarar em seu livro Stupid White Men que iria parar com essa prática, mas talvez ele estivesse certo.

A maioria dos recicláveis acaba não sendo reciclada por causa de contaminação com comida, falta de infraestrutura, falta de conscientização, entre outros. E o que parece é que reciclar serve como uma desculpa para que possamos consumir mais matérias sem culpa, esquecendo que reduzir e reutilizar devem vir antes da reciclagem.

Da perspectiva das emissões de CO2 é muito claro que reciclar é a melhor escolha. Cada tonelada de papel enviada para o aterro emite 1,38 ton de CO2 equivalente em sua decomposição. O processo da reciclagem além de eliminá-las, reduz também as emissões geradas pelo processamento, transporte, etc, em um total de 4,23 ton de CO2.


Considerando a poluição química a reciclagem também tem pontos a favor. O processo de clareamento de papéis impressos também tem impactos menores do que a produção de fibra natural, seu processamento, delignificação e clareamento.

Infelizmente tanto a produção de papel reciclado quanto a de papel virgem necessitam de um grande volume de água, enfatizando a importância da redução e reutilização antes da reciclagem.

O reflorestamento é certamente outra razão para que reciclemos o papel. Enquanto é verdade que em muitos lugares exista a prática do reflorestamento, mesmo nos lugares em que ela não é praticada os impactos são muito maiores do que a perda de árvores. Isso inclui a perda de habitat, erosão, etc. E enquanto as árvores replantadas absorvem mais carbono em seus primeiros anos de crescimento do que as mais velhas, o reflorestamento geralmente favorece a monocultura de espécies favoráveis para  colheitas futuras ao invés de uma diversidade mais natural de espécies de ávores.

Então o que nós devemos ter sempre em mente é: reduzir a quantidade de papel e outros recursos que consumimos, reusar sempre que possível e depois que inservível, sempre reciclar! #3R

(+4)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

20
jan

A cidade mais limpa do mundo

Publicado em Reciclagem. 20 de janeiro de 2012 - 09:00 - por Rafaela Mussi

105.000 habitantes, 1.500 indústrias e 0 gramas de lixo são números que correspondem à realidade da cidade de Boras na Suécia. O município reaproveita 99% de todos os seus resíduos, que são destinados de três diferentes formas: 42% são encaminhados à incineração e convertidos em energia elétrica, 30% são tratados e transformados em biocombustível e 27% restantes são reciclados. O restante, que corresponde a menos de 1% é enterrado, devido ao alto custo dos aterros.

Os ganhos são tão grandes que a cidade já começou a importar lixo da Noruega para poder gerar mais energia limpa.

Outra parte interessante é o envolvimento exemplar da população. A reciclagem, por exemplo, é inteiramente feita pelos habitantes da cidade. São eles que separam os materiais e os levam até os pontos de coleta. #exemplo


Cidade de Boras - Fonte: http://www.boras.se/

Os resíduos orgânicos são armazenados pela população em sacos pretos e o restante em sacos brancos e ambos são coletados por caminhões e respectivamente encaminhados a usina de biogás e incineradores.

A universidade local que iniciou o projeto presta assessoria para todo o mundo sobre reaproveitamento de lixo, e o próximo investimento que eles pretendem fazer depois do lixo zero é na eliminação total de combustíveis fósseis.

(+5)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

23
dez

Máquina coleta pilhas e baterias para reciclagem

Publicado em Reciclagem. 23 de dezembro de 2011 - 09:50 - por Rafaela Mussi

Descartar lâmpadas e pilhas usadas é um grande problema para o meio ambiente. Já que a presença de químicos perigosos pode causar seríssimos danos quando as mesmas são descartadas de forma incorreta.

Com isso em mente, uma empresa britânica criou uma máquina especial para o descarte desses materiais. Alocadas em algumas lojas, as máquinas, além de separar as pilhas e lâmpadas depositadas pelos clientes para reciclagem, oferecem bônus para serem utilizados em compras e que também podem ser revertidos em doações para ONGs.


Fonte: reVend Recycling Ltd.

Podem ser depositadas quaisquer tipo de lâmpadas ou pilhas. O cliente só precisa inseri-las no equipamento enquanto o mesmo identifica o produto por tipo e fabricante e então o encaminha para o seu centro específico de reciclagem, emitindo um ticket com o bônus que varia de acordo com a quantidade e tipo de produto descartado.

A empresa já tem acordo para instalar a máquina em toda a Inglaterra e em alguns outros países da Europa, e planeja se expandir por todo o continente além de também chegar em breve aos Estados Unidos. Não existe previsão de chegada ao Brasil, mas enquanto ela não chega, confira aqui onde você pode descartar as suas pilhas e baterias. Lembrem-se: de maneira alguma elas podem ser jogadas no lixo convencional.

(+6)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

09
dez

Carro movido a papel?

Publicado em Reciclagem. 09 de dezembro de 2011 - 07:08 - por Docol2

Todos os dias, em todo o mundo, milhões de jornais impressos são jogados fora. Felizmente, muitas pessoas buscam formas de reaproveitar esse material, entre eles, alguns cientistas dos Estados Unidos, que pretendem transformá-lo em um biocombustível, o butanol, que pode até ser um substituto para a gasolina.

A descoberta aconteceu quando eles encontraram, em fezes de animais, uma cepa bacteriana chamada TU-103, que pode usar a celulose para fazer o biocombustível. Os desenvolvedores dizem que “apenas nos Estados Unidos, pelo menos 323 milhões de toneladas de materiais de celulose, que podem ser usados para produzir butanol, são jogadas fora”.

Além de poder substituir a gasolina, o butanol ainda é melhor que o etanol, porque serve para qualquer carro, sem precisar fazer nenhuma modificação. Também é menos corrosivo e tem mais energia que o etanol, o que pode aumentar a milhagem.

É importante ver como a tecnologia tem buscado usar materiais que seriam esquecidos no lixão, poluindo a natureza, em vez de prejudicar mais ainda o meio ambiente durante as produções.

Fonte: Planeta Urgente

(+11)
1    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

22
nov

No Quênia resíduos humanos estão virando fonte de negócio

Publicado em Reciclagem. 22 de novembro de 2011 - 08:41 - por Rafaela Mussi

O problema de lidar com os resíduos humanos em um mundo com cerca de 7 bilhões de pessoas, além de enorme, é muito controverso, mas David Auerbach e a sua companhia, Sanergy, estão tentando aprovar no Quênia um modelo de negócio que, além de prover saneamento para os cidadãos e criar empregos, transforma os resíduos humanos em energia e fertilizante, poupa o meio ambiente e ainda gera lucro.

A empresa Auerbach vende banheiros ecológicos para empreendedores locais, que oferecem o uso por cerca de R$ 0,10, o que rende cerca de 77 visitas diariamente. Os resíduos são todos depositados em contêineres, que são coletados todos os dias e enviados a uma central de processamento.


Fonte: Sanergy



O material coletado é convertido em biogás, por meio de um digestor anaeróbio, que gera eletricidade, a qual é vendida. O resto dos resíduos é processado e transformado em fertilizante e então vendido para fazendeiros.

O resultado disso é que as pessoas têm um banheiro para utilizar, empregos são gerados, os resíduos são transformados em produtos úteis e energia, e a melhor parte é que nenhum processo foi reinventado. Auerbach apenas precificou o processo e o transformou em um negócio.

(+4)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Página 1 de 3123»
 
© 2010 - Todos os direitos reservados DOCOL