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15
abr

Namie-machi: uma cidade fantasma que pode ser vista pelo Google Maps

Publicado em Atualidades. 15 de abril de 2013 - 11:53 - por Planeta Água

by Docol

Localizada na província de Fukushima, Namie-machi é uma pequena cidade na costa leste do Japão, espremida entre o mar e as montanhas.

O terremoto japonês, o Tsunami e um acidente nuclear em 2011 obrigaram que as 21.000 pessoas que lá viviam fugissem do local para conseguir sobreviver.

Estes deixaram para trás uma cidade fantasma.  Recentemente, carros do Google Street View passaram pelas ruas desertas para que pudessem ser registradas as imagens e compartilhadas com o resto do mundo.

Olha só que impressionante!


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Muitos edifícios, como este em primeiro plano, desabaram durante o terremoto, e ainda não foram removidos, reparados ou preparados para o potencial impacto de possíveis novos tremores.


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Esta imagem mostra uma área localizada há um quilômetro do Oceano Pacífico. No fundo, você pode ver a escola Ukedo de Ensino Fundamental. O Porto Ukedo, que ficava localizado nas proximidades tinha, 140 barcos de pesca e 500 edifícios, mas sofreu os maiores danos provocados pelo tsunami. Depois de ser atingido, ainda não limparam os destroços ao longo das estradas, incluindo os muitos barcos de pesca que foram levados quilômetros adentro.

 


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Esta era uma das principais ruas de Namie-machi, que, muitas vezes, era utilizada para eventos ao ar livre como o festival de outono, evento que durava 10 dia e tinha cerca de 300 barracas de rua e mais de 100.000 visitantes. Hoje está vazia!

 

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15
mar

O aquecimento global e o trabalho

Publicado em Atualidades. 15 de março de 2013 - 10:00 - por Planeta Água

by Docol

Como você trabalha? Em um escritório? Ou andando pelas ruas? Ou em algum ponto descoberto? Maneiras de trabalhar são as mais diversas, mas todas têm um ponto em comum: são afetadas pelo clima. Um estudo publicado na revista científica “Nature Climate Change” sugere que o aumento da temperatura global nos últimos 60 anos reduziu a capacidade de trabalho em 10%.

A redução pode ter sido causada por problemas de saúde, desânimo pela alta temperatura, alergias causadas pelo ar condicionado ou mesmo um estresse térmico.

trabalho e o aquecimento global

Se trabalhar no ar condicionado pode trazer problemas, o pessoal da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) que realizou a pesquisa mostra que quem mais sofre são os trabalhadores de indústrias pesadas, construção civil, exército, agricultura e de regiões diretamente afetadas por eventos naturais extremos.

Se em 60 anos a redução foi de 10%, quanto será daqui 60 anos? Será que ela pára por aqui?

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23
nov

Experimento oceânico quebra a legislação internacional

Publicado em Atualidades. 23 de novembro de 2012 - 10:50 - por Planeta Água

by Docol

Um experimento de geoengenharia realizado em julho, na costa da Colúmbia Britânica, que despejou 100 toneladas de partículas de ferro no oceano para testar a fertilização oceânica  foi considerado um sucesso para alguns, e uma grave violação do direito internacional para outros.

De acordo com uma materia do Guardian, Russ George, ex-chefe da Planktos (empresa com fins lucrativos responsável pelo projeto, que já havia tentado realizar experiências semelhantes em Galápagos, bem como nas ilhas Canárias), tinha uma equipe de cientistas que conduziu o experimento com o consentimento de um conselho indígena local. Porem, este  acreditava ter autorizado um “projeto para o aumento de salmão” e não uma experiência de geoengenharia.

Embora George afirme que o experimento foi o “projeto de restauração do oceano mais substancial da história”, e um grande sucesso, o projeto provavelmente viola a Convenção da ONU sobre Biodiversidade e a Convenção  de Londres sobre o dumping de residuos no mar, de acordo com vários peritos legais citados pelo The Guardian.

A do fertilização do oceano com ferro tenta estimular o crescimento do plâncton no mar aberto, que então seqüestram carbono da atmosfera e afundam para o fundo do oceano, armazena.

Experimentos anteriores feitos por universidades e outras instituições sem fins lucrativos de pesquisa depois de obter a necessária autorização, produziram resultados mistos para o potencial de armazenamento de carbono com a técnica de geoengenharia.

Em um espectro de risco, a fertilização do oceano com ferro foi chamada pela Royal Society como tendo “alto potencial de inesperados e indesejáveis efeitos colaterais ecológicos” e não provou ser eficaz. Obviamente George discorda  dessa avaliação.

E você o que pensa a respeito disso?

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02
out

Pesquisadores Finlandeses desenvolveram computador movido a gotas de água

Publicado em Água, Atualidades. 02 de outubro de 2012 - 11:30 - por Planeta Água

by Docol

Uma equipe de pesquisadores finlandeses da Aalto University desenvolveu um novo conceito de computador que não necessita de energia elétrica comum. Em vez disso, a equipe obteve energia por meio de colisões de gotas de água em uma superfície que repele o líquido (superfície hidrofóbica). A pesquisa, que foi publicada na revista Advanced Materials, pode formar a base para um futuro sistema de computação livre de energia.

Depois de uma série de experiências, os pesquisadores determinaram que para se tornar repelente a superfície necessitaria de uma camada de cobre revestido com prata modificada quimicamente com um composto fluorado. Usando faixas hidrofóbicas, as gotas foram capazes de serem guiadas ao longo de caminhos pré-definidos.

Usando este método, os cientistas demonstraram que as gotas de água podem ser usadas para demonstrar uma lógica. Em um comunicado de imprensa da universidade, a equipe usou o exemplo de um dispositivo de memória que foi construído no local onde gotículas de água passaram funcionando como bits de informação digital.

A equipe também descobriu que uma vez que as gotículas de água foram carregadas com carga química reativa, o aparecimento de uma reação química pode ser controlado por colisões de gotas. Esta combinação das reações químicas com colisões controladas com as operações lógicas das gotas potencialmente programáveis permitiram que gotículas individuais fossem capazes de servir simultaneamente como mini reatores e bits para a computação.

“É fascinante observar um novo fenômeno físico para tais objetos do cotidiano – gotas de água”, diz Robin Ras, pesquisador da Universidade. “Fiquei surpreso que tais colisões nunca foram notadas antes e como realmente é um fenômeno de fácil acesso.”

O que você achou disso? Você acredita que esse possa ser o futuro da computação?

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27
set

Apenas 2% dos canadenses não acreditam nas mudanças climáticas

Publicado em Atualidades. 27 de setembro de 2012 - 10:38 - por Planeta Água

by Docol

Uma recente pesquisa de opinião realizada no Canadá mostrou que apenas 2% dos canadenses acreditam que as mudanças climáticas não estão ocorrendo.

Isso significa que a maioria esmagadora acredita que o aquecimento global é real e que ele está ocorrendo pelo menos em parte devido à atividade humana.

Isto é um número muito baixo e, além disso, abaixo estão as opiniões na íntegra demonstradas pelos canadenses:
• 32% disseram acreditar que a mudança climática está acontecendo por causa da atividade humana.
• 54% disseram acreditar que é por causa da atividade humana e em parte devido à variação natural do clima.
• 9% acreditam que a mudança climática está ocorrendo devido à variação natural do clima.
• 2% disseram que não acreditam que a mudança climática está ocorrendo.
A mais recente pesquisa realizada nos EUA sobre o mesmo tema mostra que, em grande parte, graças a recente onda de ondas de calor e secas, 70% dos americanos acreditam que a mudança climática está ocorrendo, enquanto 16% não.

Em nosso país, não temos dados tão recentes a respeito, mas você acha que o cenário no Brasil é o mesmo?

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