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16
mai

A luta contra o ouro ilegal na Amazônia

Publicado em Atualidades. 16 de maio de 2012 - 08:58 - por Rafaela Mussi

by Docol

A floresta amazônica enfrenta algumas ameaças óbvias  como a mudança climática, o desmatamento e a mineração, mas o que é ainda pior do que as minas operadas em grande escala por grandes corporações, muitas vezes internacionais, é a mineração ilegal em pequena escala que vem acontecendo na região.

A mineração ilegal de ouro tem crescido muito, a um custo devastador, principalmente desde que o preço do ouro subiu para US $ 1600 ou mais por  onça (o que equivale a 31104g), derramando toneladas de mercúrio e devastando a floresta em todos os lugares onde o ouro está presente, inclusive em áreas protegidas.

Sarah duPont co-fundadora da ONG internacional Amazon Aid Foundation, está tentando tudo o que pode para acabar com esta prática na região amazônica. A fundação tem um filme que acabou de ser lançado, chamado Amazon Gold (Ouro da Amazônia em inglês), que segue os jornalistas Donovan Webster e Ron Haviv, e o biólogo Enrique Ortiz, “enquanto eles exploram como o garimpo ilegal devastou a Floresta Amazônica no Peru. Sua jornada reflete sobre a perda de biodiversidade pelo desmatamento da floresta tropical.”

Mas para duPont este é um problema que não pode ser resolvido com apenas um filme, por maior que seja a conscientização que ele provoque. Por isso, a cofundadora da Amazon Aid, que tem a missão de reunir ciência, arte, multimídia e educação para proteger a Floresta Amazônica, também tem pressionado empresas de jóias para limpar suas cadeias produção e certificarem-se de que não estão apoiando a mineração ilegal.

Vários artistas como, por exemplo, Esperanza Spalding, aderiram a causa, utilizando suas plataformas no site da ONG para dirigir a atenção para as ameaças que pesam sobre a floresta e os esforços para protegê-la.

DuPont tem viajado para a Amazônia nos últimos 13 anos, para conhecer alguns dos melhores cientistas voltados para a biodiversidade e os padrões climáticos na área e aprender como a mudança climática já está afetando os habitats locais, bem como a forma como a Amazônia influencia os padrões climáticos do resto do mundo. Ela reuniu uma riqueza de conhecimento que precisa ser compartilhado, espalhado pelo mundo, e colocado em prática o quanto antes. Como ela mesmo disse: “como é que vamos para protegê-la se não entendermos o que está em jogo?”

Foi por isso que resolveu criar o filme, que foi o seu primeiro. Confira o trailer abaixo (em inglês):

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11
mai

Quase 90% dos jovens chineses entre 18-25 anos querem que as empresas diminuam suas emissões de carbono

Publicado em Atualidades. 11 de maio de 2012 - 07:15 - por Rafaela Mussi

by Docol

O site Green Biz acabou de revelar uma pesquisa muito interessante feita pela Carbon Trust, que mostra o comprometimento dos jovens com empresas que reduzem as suas emissões de CO2.

É comum que as empresas acelerem suas estratégias de produção e o aumento de suas emissões, para adentrar nas economias emergentes. Porém, o estudo mostra que apostar em uma estratégia sustentável, pode ser a chave de tudo.

A Carbon Trust entrevistou jovens de 18-25 anos de idade de todo o planeta, sobre o assunto, e o resultado está logo abaixo:

A China, África do Sul e o Brasil, foram os países que demonstraram a maior porcentagem de consumidores preocupados com as emissões de carbono e as mudanças climáticas.

88% dos entrevistados na China afirmaram querer que as empresas reduzam as emissões de carbono, sendo que 83% disseram que seriam mais fiéis as companhias que realmente o fizessem.

Já na África do Sul e no Brasil, as porcentagens de consumidores que querem ver as empresas reduzindo suas pegadas de CO2 são respectivamente 86% e 84%.

Nos EUA e no Reino Unido apenas dois terços dos entrevistados afirmaram se importar com a questão, com apenas 55-57% dizendo que seriam mais leais às empresas que o diminuíssem suas emissões.

A questão que fica é no caso dos EUA e do Reino Unido, quem é a carroça e quem é o cavalo? Será que os entrevistados nestes lugares expressam menor desejo de cortes de carbono porque o governo não parece tão preocupado quanto em outros lugares, ou é o governo que não toma alguma ação porque não há apoio suficiente do público?

Ou será que nós da China, África do Sul e do Brasil demonstramos mais interesse porque já estamos vivenciando mais os efeitos da mudança climática?

Qual é a sua opinião?

 

 

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20
abr

Aplicativo para smartphones da Nasa permite a vizualização de dados sobre mudanças climáticas

Publicado em Atualidades. 20 de abril de 2012 - 07:17 - por Rafaela Mussi

by Docol

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, e neste caso, pode valer ainda mais. Se os termos  ‘mudança climática’ e ‘Aquecimento Global’ parecem mais com modismos do que com algo concreto para você, então talvez este novo aplicativo da Nasa possa provar o contrário.

Earth criado pela NASA é um aplicativo para smartphones gratuito que usa dados climáticos globais de satélites e os exibe em um mapa 3D do globo terrestre.

Em poucos segundos, os usuários podem vizualizar os níveis de dióxido de carbono em todo o planeta, como também os de monóxido de carbono, vapor de água, gravidade, temperatura do ar e da superfície, ozônio e até as variações do nível do mar.  Além disso as imagens do modelo podem ser giradas ou ampliadas com apenas um toque.

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10
abr

iWallet: bom ou ruim para o planeta?

Publicado em Atualidades. 10 de abril de 2012 - 09:46 - por Rafaela Mussi

by Docol

A Forbes anunciou recentemente que a Apple recebeu a patente de um sistema que irá permitir que as contas dos iTunes de seus usuários sejam utilizadas para compras. O iWallet, pretende substituir o dinheiro físico. Ao invés de notas e moedas, tudo o que você precisará levar as lojas é o seu iPhone ou iPad.

Mas o que o potencial fim do papel e moeda metálica significa para o planeta, e quanto o uso de iPhones e iPads em seu lugar pode ser melhor ou pior para a humanidade?

Veja abaixo os prós e os contras:

Os Prós

Uma nota de um dólar por exemplo,  é responsável pela emissão de 3 gramas de gases causadores do efeito estufa (GEEs). A moeda de dólar tem 15 gramas, mas dura mais tempo e também é reciclável.

Tirar o dinheiro em espécie fora de cena, diminui a pegada de carbono. Se a Apple (e também o Google, que tem um experimento semelhante em andamento) conseguirem garantir alguns aspectos de segurança, o transporte de dinheiro pode se tornar mais seguro também.

Além disso, comprar com o seu smartphone pode torná-lo um consumidor mais sustentável e informado.

Os Contras

Para começar, esta atitude promove e facilita o consumismo, o que vai contra os princípios da sustentabilidade, e também afeta nossa economia e sociedade.

O dinheiro eletrônico também tem a sua própria pegada de carbono. A produção de smartphones e tablets são responsáveis por uma enorme parcela de emissões no planeta.

A Apple e o Google não são os únicos que estão tentando ampliar seus horizontes, algumas empresas como a Square e a Intuit já realizam pagamentos via smartphones. E a tendência é que como os livros, o dinheiro cada vez mais saia de nossas mãos e vá para nossas telas.

Qual é a sua opinião? Você é a favor ou contra o uso de smartphones e tablets para realizar pagamentos?

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04
abr

Prêmio Skyscraper 2012

Publicado em Atualidades. 04 de abril de 2012 - 07:21 - por Planeta Água

by Docol

Estes projetos de edifícios são incríveis!

Saiu o prêmio Skyscraper 2012, da revista eVolo, de arquitetura e design. A ideia é estimular o uso de novas tecnologias, materiais, estéticas e organizações espaciais, além de revelar novos talentos. Foram inscritos 714 trabalhos. E haja criatividade!

O primeiro lugar coube a um trio de chineses, com o projeto batizado de “Torres de Água do Himalaia”. A região do Himalaia concentra 40% de toda a água potável do planeta. E ela está derretendo, por conta do aquecimento do planeta. As torres captariam a água das chuvas para purificá-la, congelá-la e usá-la no abastecimento das gerações futuras. Nos edifícios, a parte inferior teria dutos de captação de água, que ficaria congelada e armazenada na parte superior.

O segundo trabalho vencedor, também da China, tem o sugestivo nome de “Band-Aid de Montanha”. A industrialização e mineração destruíram os morros e desalojaram centenas de famílias da região de Hmong, na China. Para recuperar a área e devolver as famílias às suas terras, o projeto prevê uma construção que ocupa as encostas.

O projeto prevê duas camadas: a mais externa é um prédio residencial, construído com formas orgânicas e apoiado na montanha. O estilo das residências segue o das vilas locais. Já a parte mais interna respeita a vegetação natural da montanha, com ventilação e iluminação natural.

Claro que a maioria dos projetos não sairá do papel, mas mesmo assim terá cumprido sua função de estimular ideias e colocar jovens engenheiros e arquitetos para pesquisar soluções alternativas e sustentáveis.

 

E, pra finalizar, olha o projeto que ganhou a versao 2011 do prêmio: uma ilha, com o edifício descendo feito uma gigantesca raiz rumo ao fundo do mar! Não falamos que eram projetos incríveis?

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