• Início
  • O Blog
  • Planeta Água Escola - Alunos
  • Sobre os Autores
  • Você viveria sem dinheiro?
  • Sea Tower a torre flutuante que serve como habitat para animais urbanos
  • O que 2012 reserva para o meio ambiente?
  • O preço real de nossas roupas
  • As 10 cidades com a água mais cara do mundo

Categorias

  • Água (174)
  • Artigo (5)
  • Atualidades (27)
  • Consumo (31)
  • Desafio Planeta Água (8)
  • Economizando&Cuidando (7)
  • Hábito sustentável (17)
  • Reciclagem (15)
  • Resultados das Enquetes (18)
  • Sustentabilidade (94)
  • Uma escolha sustentável (15)
  • Verde (20)
  • Visão Sustentável (79)
  • Você precisa saber (5)

Tags

meio ambiente Mudanças Climáticas Lixo reutilização Reciclagem poluição Aquecimento Global Economia Sustentabilidade Água
 

O mundo precisa de mais bicicletas

Baixa biodiversidade pode diminui...

Consumo de água cresce mais ráp...

 
03
fev

Você viveria sem dinheiro?

Publicado em Água. 03 de fevereiro de 2012 - 07:19 - por Rafaela Mussi

Uma vida sem dinheiro, é claro que se de maneira voluntária, soa um tanto despreocupada.  E é esse o testemunho de Hiedemarie Schwermer, de 69 anos, que afirma ter passado os últimos 16 anos sem uma única moeda.

Após o sucesso  da loja a base de trocas chamada Gib und nimm (Dar e Receber), que montou durante uma depressão econômica para ajudar as pessoas a trocarem seus produtos ou serviços, Schwermer decidiu tentar viver sem dinheiro durante um ano como uma experiência. O sucesso foi tão grande que o período de um ano virou uma década, e agora já está quase próximo a duas, deste novo estilo de vida. Schwermer troca suas habilidades fazendo pequenos trabalhos por moradia, alimentação, e tudo mais que ela precisa na vida.


foto: livingwithoutmoney.org


A alemã e seu estilo de vida ficaram muito populares na internet dando origem a vários artigos.  Um deles levantou um ponto muito interessante:  mesmo aqueles de nós que não optar por desistir totalmente  do capitalismo poderia fazer utilizando muito menos.

E menos é o princípio de tudo isso. Com menos coisas, Schwermer encontrou mais tempo para a felicidade, para a aprendizagem, para os relacionamentos com outras pessoas. Embora esse modo de viver não seja para qualquer um, a mensagem que ele transmite deve ser considerada por todos. Por que nós trabalhamos, se não viver?  Apenas para que possamos comprar mais coisas?

A história de Schwermer  foi também explorada por Line Halvorsen e trasformada no documentário Living without money (vivendo sem dinheiro em português).

(+1)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

01
fev

Sea Tower a torre flutuante que serve como habitat para animais urbanos

Publicado em Água. 01 de fevereiro de 2012 - 07:44 - por Rafaela Mussi

Os animais que moram em cidades grandes podem ter muitas dificuldades ao disputar espaço e recursos com os humanos e estruturas urbanas. Para dar a eles uma brecha, a empresa de arquitetura holandesa, Waterstudio.NL projetou uma solução deslumbrante. A Sea Tree (árvore marinha em inglês) é uma torre flutuante para pássaros, abelhas, morcegos e peixes para ser construída fora dos centros urbanos.

O líder da empresa, Koen Olthuis, anunciou a inauguração da torre para janeiro de 2014, que foi encomendada por um cliente ainda não revelado. A estrutura será fixada ao fundo do mar por cabos imersos. A parte submersa será coberta por plantas, seu interior terá uma área aberta própria para morcegos e a seção abaixo da água irá abrigar recifes artificiais.

Olthuis apresenta isso como uma maneira criativa e inteligente de prover habitat para as espécies e beneficiar o meio ambiente, já que não utiliza nenhum espaço na terra. Agora só falta ver se a torre será realmente construída e qual será a sua funcionalidade. Qual é a sua opinião?


Fonte: Waterstudio.NL


(+1)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

30
jan

O que 2012 reserva para o meio ambiente?

Publicado em Atualidades. 30 de janeiro de 2012 - 07:15 - por Rafaela Mussi

2012 começou agora e já promete ser um ano muito positivo para o futuro de nosso meio ambiente. Já temos uma lista de eventos e debates que acontecerão no decorrer deste ano e que com certeza trarão mudanças em âmbito nacional e global.

Começando com a Rio+20, a conferência da ONU será sediada em junho no Rio de Janeiro e irá avaliar e renovar os compromissos com o desenvolvimento sustentável assumidos há 20 anos atrás na Eco-92 por líderes globais. Além disso, serão discutidas a contribuição da economia verde para a sustentabilidade e a eliminação da pobreza no mundo. O evento será uma grande oportunidade para a troca de experiências sobre iniciativas sustentáveis entre vários países.

No final do ano teremos a 18º Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-18) que acontecerá no Qatar e irá avaliar as metas de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa dos países desenvolvidos e também discutir a segunda fase dos compromissos do Protocolo de Kyoto, que provavelmente iniciará no começo do próximo ano.

Além desses eventos globais, existem outros assuntos que serão muito comentados durante 2012 em nosso país. O novo código florestal, por exemplo, é um tema que ainda trará muita polêmica entre fazendeiros e ambientalistas. O código foi aprovado pelo plenário senado em 2011, e deve passar por votação dos deputados ainda no primeiro semestre desse ano. Se aprovado seguirá para aprovação da presidente da República e caso seja rejeitado, deverá ser retomado.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) será outro tema em alta no decorrer do ano. Até a metade de 2013 todos os municípios do país deverão elaborar um plano municipal de resíduos sólidos e aquele que não elaborar o seu plano até a data estipulada será impedido de receber recursos do governo destinados à atividade. Já o Plano Nacional de Resíduos Sólidos brasileiro passará por análise de conselhos nacionais de meio ambiente, cidades, saúde e política agrícola e será encaminhado até meados do próximo ano ao Palácio do Planalto, que o transformará em decreto presidencial.

(+3)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

27
jan

O preço real de nossas roupas

Publicado em Consumo. 27 de janeiro de 2012 - 07:30 - por Rafaela Mussi

Todos nós sabemos o valor em dinheiro que pagamos em cada peça de roupa que compramos, mas assim como qualquer outro produto que consumimos, existem outros custos que nem sempre vêm discriminados no preço. E para alertar ao consumo consciente, a americana Greenovate lançou um vídeo (em inglês) chamado “A vida secreta de nossas roupas” que conta para nós sobre os impactos da produção têxtil.

Como explica o vídeo, o impacto ambiental da produção de algodão pode ser assombroso. A redução de aquíferos e reservatórios a sérios problemas com pesticidas, esses “custos invisíveis” tem impactos reais de longo prazo nas comunidades que cultivam o algodão, comprometendo a sobrevivência delas.

Da mesma forma, condições de trabalho não apropriadas estão criando um transtorno na sociedade, além de stress, depressão e exploração em muitas partes do mundo. Algumas marcas já estão tomando medidas para garantir credibilidade e transparência sobre o direito dos trabalhadores e também sobre o processo de seleção de fornecedores, para garantir que todo o processo produtivo seja politicamente correto.

Mas o que tudo isso significa para o consumidor? E como nós diferenciamos quais as empresas que estão fazendo certo e quais não estão? Nos Estados Unidos, como mostra o vídeo, uma organização chamada GoodGuide está fazendo esse trabalho para os consumidores, taxandos as performances ambientais e sociais de cada empresa, e disponibilizando toda essa informação em um aplicativo de celular que pode ser consultado a qualquer momento.

Por enquanto esse tipo de informação ainda é um pouco restrita a nós consumidores aqui no Brasil, porém não é por causa disso que não devemos deixar de ficar atentos e sempre pesquisar sobre o que andamos consumindo. Lembrando que sempre que nós tomamos a atitude deixar de consumir um produto que não seja ambientalmente ou socialmente correto, nós estamos de alguma forma ajudando para que a empresa responsável mude a sua forma de agir.


(+3)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

25
jan

As 10 cidades com a água mais cara do mundo

Publicado em Água. 25 de janeiro de 2012 - 07:22 - por Rafaela Mussi

Fatores políticos, a disponibilidade de água, infraestrutura e outros aspectos determinam o preço da água no mundo, que podem variar muito de um país para outro. A fim de mapear esses custos a revista National Geographic junto com a ONG Global Water Intelligence resolveu pesquisar os valores cobrados nas principais cidades do planeta.

A capital da Dinamarca, Copenhague, foi classificada como a cidade com a água mais cara do mundo. O custo de cada 387 litros (medida que equivale a 100 galões) chega a   US$ 3,43. Na sequência vêm as cidades de Glasgow na Escócia e Berlim na Alemanha, com US$ 2,52 e US$ 2,50 respectivamente.

As 10 cidades mais caras estão listadas no ranking abaixo:

1º Copenhague (Dinamarca) – US$ 3,43
2º Glasgow (Escócia) – US$ 2,52
3º Berlim (Alemanha) – US$ 2,50
4º Gent (Bélgica) – US$ 2,37
5º Oranjestad (Aruba) – US$ 1,69
6º Nice (França) – US$ 1,66
7º San Diego (Estados Unidos) – US$ 1,65
8º Sidney (Austrália) – US$ 1,61
9º Brisbane (Austrália) – US$ 1,50
10º Auckland (Nova Zelândia) e Newcastle (Inglaterra) – US$ 1,46

* Preço em dólar para cada 387 litros (o equivalente à medida de 100 galões)

Se você pensava que estava pagando caro na sua conta de água, vale lembrar que as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, também apresentadas no estudo, apresentam valores bem longe dos países do ranking, que são respectivamente US$ 0,65 e US$ 0,34. O jeito é economizar para que esse quadro não mude.4

(+7)
4    Comentários

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Página 1 de 8312345»102030...Última »
 
© 2010 - Todos os direitos reservados DOCOL