Navegação

  • Início
  • O Blog
  • Sobre os Autores
  • O que vale e o que custa na Antártica: a questão do consumo de água
  • Na Europa: Produção de Energia Renovável aumenta 8,3%
  • ONU declara década sobre desertos e combate à desertificação
  • IBGE revela carência no saneamento em grande parte dos municípios brasileiros
  • O que vale e o que custa na Antártica: a questão da sobrevivência

Categorias

  • Água (36)
  • Artigo (4)
  • Consumo (7)
  • Economizando&Cuidando (5)
  • Hábito sustentável (5)
  • Reciclagem (1)
  • Resultados das Enquetes (5)
  • Sustentabilidade (9)
  • Uma escolha sustentável (8)
  • Verde (6)
  • Visão Sustentável (39)

Tags

Energia economia de água consumo de água poluição da água BP poluição Recursos Naturais Golfo do México Sustentabilidade Água

Enquete

Você sabe para onde vai o óleo de cozinha?


Resultados Parciais

Loading ... Loading ...
 

O que vale e o que custa na Antá...

Economia de água: é só cada um...

O que mudou com a nova Política ...

 
02
set

O que vale e o que custa na Antártica: a questão do consumo de água

Publicado em Artigo, Água. 02 de setembro de 2010 - 07:35 - por Convidado

No caso brasileiro, nossa principal edificação – a Estação Antártica Comandante Ferraz – está localizada numa situação privilegiada, já que pode contar com a captação de água em duas grandes reentrâncias na rocha, que acumulam a água oriunda do degelo, formando lagoas que permitem o abastecimento por praticamente todo o ano. No entanto, já ocorreram situações em que, seja pelo inverno rigoroso, seja pelo consumo abusivo de água, a Estação passou por períodos de escassez, gerando a necessidade de medidas drásticas de controle do consumo e alto investimento energético para a transformação de neve em água. Observa-se que, para a produção de 300 litros de água, é necessário derreter cerca de 1.000 litros de neve!

 

 

Mesmo considerando que a água é um recurso abundante, é preciso também avaliar que toda a água consumida será transformada em resíduo líquido e que, dada as características especiais da Antártica, esses dejetos deverão ser tratados, demandando novamente uma grande quantidade de energia e tecnologias adequadas à esse tratamento (SOARES, GONÇALVES e ALVAREZ, 2009).

[Leia mais...]

(+3)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

01
set

Na Europa: Produção de Energia Renovável aumenta 8,3%

Publicado em Consumo. 01 de setembro de 2010 - 07:20 - por Rafaela Mussi

O último informativo da EuroStat (Comissão Europeia de Estatísticas), sobre a produção e consumo de energia na Europa em 2009,traz ótimas notícias. Enquanto a produção média de energia renovável teve um aumento de cerca de 8,3% entre 2008 e 2009 (resultando em um total de 18,4%), o consumo de carvão diminuiu cerca de 16,3%. Parte disso, obviamente, foi devido à recessão econômica, mas é claro que a crise não pode explicar tamanha queda.

Outra das novidades promissoras considera a intensidade energética (em outras palavras, quão produtiva a economia da União Europeia é para cada unidade de energia): pelo sexto ano consecutivo a intensidade energética (Demanda total de energia dividido pelo Produto Interno Bruto – PIB) da UE, representada por 27 países, baixou, enquanto o PIB continuou crescendo. A intensidade energética é um indicador de quanta energia é consumida para produzir uma unidade de saída (output) econômica. Um dos objetivos do desenvolvimento sustentável é fazer com que o aumento da atividade econômica não coincida com o aumento do consumo energético.

[Leia mais...]

(+4)
1    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

30
ago

ONU declara década sobre desertos e combate à desertificação

Publicado em Verde. 30 de agosto de 2010 - 07:00 - por Rafaela Mussi

A Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) declarou, no dia 16 de agosto, a Década sobre Desertos e Combate à Desertificação, durante a abertura da Segunda Conferência Internacional: Clima, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Regiões Semiáridas (Icid+18), que aconteceu em Fortaleza.

Segundo a ONU, mais de 2,1 bilhões de pessoas vivem em regiões semiáridas no mundo. O problema afeta 40% de toda a superfície do planeta. O representante da UNCCD na América Latina e Caribe, Heitor Matallo, concedeu entrevista à Rádio ONU, de Fortaleza, sobre algumas medidas que podem ser tomadas para ajudar as regiões semiáridas. Confira abaixo:

“Você tem que fazer que as populações que vivem nestas áreas estejam preparadas para estas eventualidades. Em termos de conservação de água, no caso nosso do semiárido que a água é um fator limitante. E, na ocorrência de uma seca, o agricultor, aquela pessoa que vive na região, tenha várias alternativas econômicas à sua disposição”, explicou Matallo.

[Leia mais...]

(+8)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

27
ago

IBGE revela carência no saneamento em grande parte dos municípios brasileiros

Publicado em Água. 27 de agosto de 2010 - 07:11 - por Rafaela Mussi

De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, divulgada no dia 20 de agosto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há dois anos as redes de coleta de esgoto sanitário atendiam a menos da metade dos domicílios brasileiros, mesmo tendo sido ampliadas em 45% entre 2000 e 2008.

O estudo ainda mostrou que 45,7% das residências do país eram atendidas por essas redes naquele ano. Os outros 54,3% recorriam à fossas sépticas ou à alternativas ainda mais prejudiciais ao meio ambiente e à saúde, como fossas secas, valas a céu aberto ou até mesmo lançamento direto em cursos d’água.

O economista do IBGE, Paulo Gonzaga de Carvalho, destacou ainda um dado positivo: o percentual do esgoto coletado que é tratado passou de 35,3%, em 2000, para 68,8% em 2008. “Isso é um avanço considerável. É claro que ainda não é o ideal. E deve-se levar em conta que esse percentual de esgoto tratado inclui apenas o esgoto coletado pelas entidades responsáveis. Há ainda aquele esgoto que sequer passa por uma rede de coleta”, observou.

[Leia mais...]

(+5)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

26
ago

O que vale e o que custa na Antártica: a questão da sobrevivência

Publicado em Artigo, Água. 26 de agosto de 2010 - 07:29 - por Convidado

Trabalhar com a Antártica significa lidar com situações absolutas incomuns e diferenciadas dos meios urbanos tradicionais. Assim, o simples fato de estar lá requer, minimamente, ponderar sobre “o que vale” e “o que custa”. O lixo produzido na nossa Estação – a Estação Antártica Comandante Ferraz -, é um ótimo exemplo desse conceito, já que todo resíduo não orgânico tem que ser trazido de volta para o Brasil. Assim, esse “lixo” sem qualquer valor incorporado é embalado, pesado e medido, armazenado pelo tempo necessário, carregado para o navio e transportado até o Rio de Janeiro. Se for considerado o custo associado a essa tarefa – homens/hora, armazenagem, combustíveis, etc. – certamente o resultado final conterá uma cifra surpreendente e não comparável a qualquer outra situação. Mas, quanto vale manter a Antártica preservada tanto em termos ambientais quanto ao conceito de local destinado à paz e à ciência?

 

(+9)
0    Comentário

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Página 1 de 1512345»10...Última »
 
© 2010 - Todos os direitos reservados DOCOL